A vitória da Ferroviária sobre o Santos trouxe tranquilidade para a equipe araraquarense no Campeonato Paulista. Com a primeira vitória conquistada na competição, o meio-campista Alan Mineiro exaltou o trabalho do técnico estreante PC Oliveira e relevou o fato do treinador ter feito toda sua carreira no futsal.

“Independente dele ser técnico de futsal, ele estuda o futebol. Passou tranquilidade pra gente. Ele tem uma experiência muito grande. Ele conhece e sabe lidar com o elenco. Escalou nossa equipe no primeiro tempo para segurar o Santos”, afirmou Alan em entrevista ao Premiere na saída de campo.

(Foto: Ivan Storti/Santos FC)

Segundo o meio-campista, a derrota não foi algo inesperado, uma vez que tudo ocorreu dentro dos planos do treinador. “Foi tudo dentro do roteiro. É uma vitória muito importante. A gente conversou no intervalo que no primeiro tempo conseguimos segurar e que agora a gente tinha que sair mais”, acrescentou.

Alan Mineiro foi um dos jogadores mais importantes da Ferroviária no confronto. No segundo tempo, aos 28 minutos, o meia bateu um escanteio com perfeição na cabeça de Leandro Amaro, que subiu mais alto que a zaga e marcou o gol da vitória grená.

Com a vitória, a Locomotiva araraquarense chegou a quatro pontos e alcançou a segunda colocação do grupo B, liderado pelo São Paulo, que tem sete.

O coordenador técnico Alessandro, ex-lateral direito do clube, é o novo gerente de futebol do Corinthians. Em entrevista coletiva para comunicar a saída de Tite para a seleção brasileira, o presidente corintiano Roberto de Andrade falou sobre as mudanças e também em relação à busca de um novo treinador.


Além de descartar de forma pronta a contratação de Mano Menezes, que tem duas passagens pelo Corinthians nos últimos anos, Roberto disse que tem pressa para definir o sucessor de Tite.
"Vamos começar a trabalhar já. Se puder, quero que no domingo tenha um treinador novo. Mas há empecilhos. Como não tem nome, vamos começar a fazer isso a partir de hoje", afirmou Roberto de Andrade, para em seguida descartar Mano.


"Vamos buscar um acerto com um treinador por um período bem grande. O Mano Menezes não vem trabalhar aqui. Não quero. Não é o perfil que eu gosto. Ele tem uma história vitoriosa aqui, mas não está no perfil", complementou o treinador corintiano.


A ideia do Corinthians é encontrar um treinador que se encaixe no sistema de trabalho do clube. Entre os requisitos, estão se adaptar a uma comissão técnica que, em parte, será mantida, e que esteja aberto a ficar abaixo da direção em uma hierarquia interna. Esses são dois trunfos de Tite para ter construído uma história vitoriosa no Parque São Jorge.


Nas últimas horas, o Corinthians discutiu alguns nomes e gostou da possibilidade de contratar Eduardo Baptista, da Ponte Preta. Nessa linha de conhecer o perfil do clube, a comissão técnica e ser jovem, o ex-lateral Sylvinho também agrada bastante. Ele é auxiliar da Inter de Milão-ITA e ocupou o cargo ao lado de Tite e de Mano Menezes no Parque São Jorge. Edu Gaspar, que está a caminho da CBF, referendou essa escolha para a direção corintiana. Oswaldo de Oliveira, do Sport, também é bem visto por Roberto de Andrade, que praticamente descartou Abel Braga nos bastidores.


Citado ao presidente, Fernando Diniz, atualmente no Oeste-SP, recebeu elogios. "Não tenho medo, ele é um trabalhador como outro qualquer. Se ninguém der chance para um treinador jovem, ele nunca vai ser um grande treinador", declarou Andrade, que posteriormente declarou estar em busca de "novidades" para o comando técnico da equipe.


Ainda sobre hipóteses, Roberto de Andrade negou que Fábio Carille possa ser mantido e não descartou nomes do exterior. "Acho difícil nesse momento (a efetivação de Carille)", salientou. "Contrataremos pela competência, não pela língua".

(Foto: Rubens Chiri/SPFC)

O São Paulo saiu duas vezes na frente do placar, mas cedeu o empate por 2 a 2 ao Flamengo, neste domingo, no Mané Garrincha, e perdeu a chance de entrar no G4 nesta nona rodada do Campeonato Brasileiro. O resultado, que manteve o time na quinta posição, com 14 pontos, poderia ter sido pior se Alan Patrick não tivesse desperdiçado um pênalti já nos acréscimos do segundo tempo.

Calleri inaugurou o placar aos 11 minutos do primeiro tempo, após um passe genial de Ganso. Mas o Flamengou buscou o empate onze minutos depois, após Rodrigo Caio marcar um gol contra. O argentino voltou a colocar o São Paulo na frente, com um gol de cabeça, aos seis do segundo tempo. Só que Willian Arão aproveitou uma desatenção defensiva para igualar pela segunda vez, aos 13 minutos.

Após a nova igualdade, Calleri perdeu a cabeça e se irritou com a arbitragem. Ele recebeu um cartão amarelo por reclamação, aos 20 da etapa complementar, mas não parou de argumentar com o juiz Elmo Resende. Três minutos depois, com o jogo paralisado para uma substituição, Calleri voltou a questionar o árbitro, recebeu o segundo amarelo e foi expulso de campo.

Sem o artilheiro, o São Paulo fará seu próximo jogo no Brasileirão nesta quinta-feira, contra o Sport, no estádio do Morumbi. No dia anterior, o Flamengo viajará até o Recife para enfrentar o Santa Cruz, no estádio do Arruda. O empate deixou os rubro-negros com os mesmos 14 pontos do Tricolor, mas na sexta colocação do campeonato.

 

O Jogo – Paulo Henrique Ganso não poderia ter voltado em melhor estilo ao São Paulo. Após integrar a delegação brasileira na Copa América Centenário, o armador precisou de 11 minutos para desequilibrar a favor do Tricolor. Próximo à linha do meio-campo, ele viu Calleri disparando para o ataque e tocou em velocidade. O argentino trombou com Márcio Araújo, prosseguiu livre de marcação para a área e tocou na saída de Alex Muralha para anotar o primeiro gol do jogo.

Apesar da vantagem, o São Paulo cessou as investidas ao ataque e sofreu para conter os avanços flamenguistas. O zagueiro Rodrigo Caio, que também voltou da Seleção Brasileira, teve atuação sofrível no primeiro tempo e permitiu o empate. Aos 22 minutos, Bruno se descuidou na marcação e deixou Everton livre na grande área. Ele cruzou à meia altura e Denis soltou a bola nos pés de Rodrigo Caio, que acabou empurrando para as próprias redes.

O São Paulo acusou o golpe. Aos 30 minutos, Alan Patrick finalizou com força de fora da área e exigiu defesa de Denis. Já aos 37, Felipe Vizeu se livrou facilmente da marcação de Rodrigo Caio e chutou fraco para o gol. Denis não conseguiu segurar e só não sofreu um perigo maior porque a zaga afastou. Nos acréscimos, Márcio Araújo concluiu mais uma vez de fora da área e exigiu outra intervenção do goleiro tricolor.

(Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)

Como a defesa do São Paulo não se encontrava no jogo, o setor ofensivo atendeu aos pedidos da torcida e “tocou no Calleri”. Aos seis minutos do segundo tempo, Kelvin fez cruzamento da direita e encontrou o argentino no miolo da área. Ele subiu nas costas do zagueiro Réver e cabeceou fora do alcance de Alex Muralha.

Novamente em desvantagem, William Arão arriscou outro chute de fora da área, aos nove minutos, e Denis saltou para defender. Aos 13, no entanto, o goleiro são-paulino ficou estático após uma cabeçada de William Arão. Em falta cobrada da direita por Alan Patrick, o volante se descolou da marcação são-paulina e cabeceou à esquerda de Denis para igualar o placar pela segunda vez.

Irritado, Calleri recebeu dois cartões amarelos por reclamação e foi expulso de campo, aos 23 minutos. O técnico Edgardo Bauza, então, foi obrigado a colocar o lateral Mateus Caramelo no lugar de Kelvin. Por cansaço, Ganso também deixou o gramado para a entrada de Ytalo.

O Flamengo, aproveitando a superioridade numérica, passou a exercer pressão e acertou a trave esquerda de Denis, aos 34, com Fernandinho.  Aos 39, Alan Patrick finalizou de novo de fora da área e Denis salvou o São Paulo da derrota. Quando a partida já parecia decidida, o árbitro apontou pênalti após Maicon dar um chute no rosto de Emerson Sheik. Alan Patrick foi para a cobrança, mas chutou para fora a chance de colocar o Rubro-Negro na frente.

(Foto: Rubens Chiri/SPFC)

FICHA TÉCNICA
FLAMENGO 2 X 2 SÃO PAULO

Local: Estádio Mané Garrincha, em Brasília (DF)
Data: 19 de junho de 2016, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Elmo Alves Resende Cunha (GO)
Assistentes: Alessandro Rocha de Matos (BA) e Guilherme Dias Camilo (MG)
Cartões amarelos: Marcelo Cirino (Flamengo); Kelvin, Calleri e Caramelo (São Paulo)
Cartão vermelho: Calleri (São Paulo)

GOLS:
FLAMENGO: Rodrigo Caio, contra, aos 22 minutos do primeiro tempo. e William Arão, aos 13 do segundo tempo
SÃO PAULO: Calleri, aos 11 minutos do primeiro tempo e aos seis do segundo tempo

FLAMENGO: Alex Muralha; Rodinei, Réver, Rafael Vaz e Jorge; Márcio Araújo, William Arão, Alan Patrick e Everton (Fernandinho); Marcelo Cirino (Gabriel) e Felipe Vizeu (Emerson Sheik)
Técnico: Zé Ricardo

SÃO PAULO: Denis; Bruno (Alan Kardec), Maicon, Rodrigo Caio e Matheus Reis; João Schmidt, Artur, Kelvin (Mateus Caramelo), Paulo Henrique Ganso (Ytalo) e Michel Bastos; Calleri
Técnico: Edgardo Bauza

O Brasil conquistou mais uma medalha de ouro nas Paralimpíadas do Rio de Janeiro. Nesta segunda-feira, Alessandro Rodrigo Silva superou seus adversários e venceu a disputa do lançamento do disco da classe F11, para deficientes visuais, com direito a recorde paralímpico, com a marca de 43,06m.

Alessandro Silva estabeleceu um novo recorde paralímpico com a marca de 43,06m (Foto: Fernando Maia/MPIX/CPB)

A medalha de prata ficou com o italiano Oney Tapia, que arremessou 40,89m, e o bronze ficou com o espanhol David Casinos Sierra, que obteve a marca de 38,58m. O recorde mundial da prova pertence a outro atleta da Espanha, Alfonso, Lopez-Fidalgo, cujo resultado de 44,44m perdura desde 1998.

A vitória foi muito comemorada por Alessandro Silva, que manteve a liderança do ranking mundial com o resultado. O atleta contou que o desporto paralímpico o ajudou a superar a desilusão com a perda da visão.

“Quando eu comecei a perder a visão, perdi o chão. Quase voltei a uma vida não muito legal, queria voltar a usar drogas, mas graças ao esporte… fui apresentado ao esporte paralímpico, as coisas foram encaminhando, passei por derrotas e vitórias. E, graças a Deus, consegui manter a liderança do ranking mundial com essa vitória, é muito maluco isso”, declarou ao canal Sportv.

A Alemanha confirmou neste domingo a sua supremacia no futebol mundial e aumentou a coleção de conquistas em competições organizadas pela Fifa. Com um elenco jovem, cuja média de idade beira os 24 anos e com apenas três remanescentes do Mundial no Brasil, o time comandado pelo técnico Joachim Löw bateu o Chile por 1 a 0, na Arena Zenit, em São Petersburgo, na Rússia, e comemorou o título da Copa das Confederações.

(Foto: Site Fifa) - Alemanha vence Chile e conquista o título da Copa das Confederações

Se era para ser um teste para os meninos de Joachim Löw, todos eles foram aprovados. A competição realizada em quatro cidades (além de São Petersburgo, Moscou, Kazan e Sochi receberam jogos), que serviu de base para a Copa do Mundo de 2018, terminou com o Chile em segundo lugar e Portugal, sem Cristiano Ronaldo na luta pelo bronze, na terceira colocação - a equipe bateu o México por 2 a 1, em Moscou.

Desta forma, e com uma festa bonita de encerramento, destacando a sua cultura nacional, os russos se apresentaram ao mundo de maneira simpática, elegante e eficiente. A Fifa anunciou ocupação máxima de 57 mil torcedores na Arena Zenit neste domingo.

Em campo, a Alemanha foi fria e letal diante dos "calientes" chilenos. Duas escolas diferentes de jogar futebol. Dois times fortes que ainda precisam confirmar vaga na Copa do Mundo do ano que vem. O Chile teve a torcida, o estádio e a bola nos seus pés. Foram 61% contra 39% dos atuais campeões do mundo. Chutou mais vezes e teve mais escanteios. Mesmo assim, não conseguiu furar o paredão germânico. Tentou sem sucesso pelo alto e descobriu que não era esse o caminho. Tentou por baixo e não teve qualidade de finalização. Tentou ainda catimbar, como se fosse possível ganhar uma decisão no grito e na manha. Nada disso funcionou diante da determinação, frieza e ataque letal do time alemão.

Não seria demais afirmar que o primeiro bom ataque da Alemanha foi o do gol. Antes disso, era encurralada em sua própria defesa, derrapando em seus erros na saída de bola e espanando como podia na área. Arturo Vidal e Eduardo Vargas tiveram chances. Mas em uma bobeada do zagueiro Marcelo Díaz aos 20 minutos, perto de sua área, Werner roubou a bola e a entregou para Stindl marcar. Díaz era o último homem chileno.

O gol esfriou os chilenos. No fim do primeiro tempo, foram os alemães que tiveram as melhores oportunidades de gol. O Chile fez a bola rondar a área do goleiro Ter Stegen sem que ninguém a empurrasse para dentro. A vantagem não fez a Alemanha mudar o seu propósito na decisão em São Petersburgo. Ela continuou atrás de uma segunda bola certeira. Foi assim até o fim. Não deu chutões nem se apavorou diante da catimba sul-americana. Joachim Löw passou tempo de mais na Bahia, em 2014, para não preparar suficientemente bem os seus garotos diante de rivais da América.

As provocações se acentuaram no segundo tempo, mas nada parecia tirar a concentração do time alemão. O Chile, empurrado por sua torcida e por um Arturo Vidal querendo ganhar a todo custo, continuou desperdiçando gols, chutando para cima e para fora. Nos acréscimos, as bolas levantadas na área pelo goleiro Claudio Bravo pareciam ser a única jogada capaz de mudar o cenário. Não foi. No apito final, com cinco minutos de acréscimos, uma festa que os brasileiros conhecem bem. Alemanha campeã.

FICHA TÉCNICA

CHILE 0 X 1 ALEMANHA

CHILE - Bravo; Isla, Madel, Jara e Beausejour; Marcelo Díaz (Valencia), Aránguiz (Sagal), Pablo Hernández e Arturo Vidal; Vargas (Puch) e Alexis Sánchez. Técnico: Juan Antonio Pizzi.

ALEMANHA - Ter Stegen; Ginter, Rüdiger e Mustafi; Kimmich, Goretzka (Süle), Rudy, Stindl, Draxler e Jonas Hector; Werner (Can). Técnico: Joachim Löw.

GOL - Stindl, aos 20 minutos do primeiro tempo.

CARTÕES AMARELOS - Bravo, Vidal, Vargas e Jara (Chile); Rudy e Kimmch (Alemanha).

ÁRBITRO - Milorad Mazic (Fifa/Sérvia).

RENDA - Não disponível.

PÚBLICO - 57.000 pagantes.

LOCAL - Arena Zenit, em São Petersburgo (Rússia).

O zagueiro Alex, de 34 anos, acredita que o acerto com o Santos pode ocorrer mesmo com as negociações tendo esfriado nas últimas semanas. O jogador afirma que seu retorno à Vila Belmiro, inclusive, pode ocorrer nos próximos dias.

Alex acredita que não deverá ter dificuldades para fechar negócio com o Santos (Foto: Alberto Pizzoli/AFP)

“Eu estou otimista, a única coisa que acho que foi o maior problema foi que há 15 dias fui para a Itália e deixei meu empresário conversando com eles. Ele trabalha comigo há doze anos, e acho justo que ele sempre negocie, fale com os clubes, e deixei. E o que vi, foi isso, de comissão e luva”, disse o jogador, em entrevista à Rádio Globo.

Após encaminhar um acordo com o superintendente de esportes do Peixe, Dagoberto Santos, Alex viajou à Itália para resolver pendências de sua mudança e deixou as negociações nas mãos de seu empresário, Giuliano Bertolucci. O representante, porém, exigiu pagamento de comissões e luvas a Alex, fato que travou as conversas.

“Acho que para mim não é grande problema, devo voltar a conversar agora e estou otimista, sim. Acho que podemos entrar em um acordo para dar certo. O que tem que prevalecer é minha vontade de jogar pelo Santos, e acho que é isso que vai acontecer. Vai dar tudo certo”, disse o defensor.

No início da semana que vem, Alex deve retornar ao CT Rei Pelé e conversar pessoalmente com dirigentes santistas

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