O Brasil conquistou sua quinta medalha de ouro nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro na noite desta quinta-feira. Na decisão do torneio de vôlei de praia, Alison e Bruno Schmidt venceram os italianos Paolo Nicolai e Daniele Lupo por 2 sets a 0, com parciais de 21/19 e 21/17.

Antes da dupla de vôlei de praia, também foram campeões Thiago Braz (salto com vara), Robson Conceição (boxe), Rafaela Silva (judô) e Martine Grael e Kahena Kunze (vela). Com cinco ouros, o Brasil iguala os títulos alcançados na edição de Atenas 2004 dos Jogos, seu recorde.

No Rio de Janeiro, além dos cinco ouros, o Brasil conquistou mais cinco pratas (foram apenas duas em Atenas 2004) e cinco bronzes, totalizando 15 pódios – o recorde é de 17, alcançado em Londres 2012. Atualmente no 13º posto do quadro geral por número de medalhas, o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) deseja encerrar no top 10.

Na final, disputada com chuva em Copacabana, Nicolai e Lupo chegaram a comandar o placar no início, mas o Brasil reagiu e fechou o primeiro set em um bloqueio de Alison. Na segunda parcial, os italianos voltaram a começar na frente. O dueto local, empurrado pela torcida, reagiu de novo e ganhou em mais um bloqueio de Alison.

“Superamos muitas coisas. Começamos no quali e isso é muito difícil para um time. Esse quali nos deu muita humildade e hoje somos campeões olímpicos. Passa um filme na cabeça. Superação, acreditar, sempre em busca de um ouro. A gente discordou, concordou, mas nunca deixamos de acreditar um no outro”, disse Alison ao Sportv.

“Tenho que agradecer ao meu pai, que não me deixou parar. Pensei em parar de jogar diversas vezes, recentemente. Também ao meu técnico, que acreditou em mim desde o começo. Completando, ao Alison, que contrariou várias coisas para formar esse time. Acho que estava escrito e fizemos por merecer”, disse Bruno Schmidt.

Alison e Bruno Schmidt compõem a terceira dupla do Brasil a ganhar o ouro no vôlei de praia olímpico, repetindo Jaqueline e Sandra (Atlanta 1996) e Ricardo e Emanuel (Atenas 2004). Introduzida no programa em Atlanta 1996, a modalidade já rendeu 13 pódios ao País (três ouros, sete pratas e três bronzes).

Aos 30 anos de idade, o capixaba Alison Cerutti conquista sua segunda medalha olímpica, uma vez que ficou com a prata ao lado de Emanuel em Londres 2012. Já o brasiliense Bruno Schmidt, de 29 anos, sobe ao pódio dos Jogos pela primeira vez na carreira. Juntos, ambos foram campeões mundiais em 2015.

Bruno Oscar Schmidt é sobrinho de Oscar Schmidt. Campeão pan-americano em Indianápolis 1987, o ex-jogador de basquete disputou cinco edições dos Jogos Olímpicos entre 1980 e 1996, mas não conseguiu medalhar. Ainda assim, é o maior cestinha da história da competição.

O calor que fez durante todo o dia em Belo Horizonte foi refrescado pelo duelo entre América e Atlético-PR, na noite desta segunda-feira, no Independência, pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro. Em jogo morno, com nível técnico baixo, o Coelho buscou a vitória no fim da partida e, com gol de Eder Lima, o time mineiro entrega a lanterna do torneio nacional para o Santa Cruz.

Com gol no fim, América-MG vence Atlético-PR e deixa a lanterna do Brasileiro (Foto: Mourão Panda/Gazeta Press)

As equipes tinham certa motivação em campo. O Furacão mais: lutava para se manter no G6 e sonha em disputar a Copa Libertadores em 2017. O Coelho, por sua vez, embora esteja com o pensamento na série B da temporada seguinte, sonhava em pelo menos largar a lanterna do torneio nacional. A vitória levou o alviverde de Minas para a 19ª posição, com 24 pontos. O Atlético cai uma posição, fica em sétimo, com 48, fora do sonhado G6, que agora abriga o Corinthians na sexta posição, com 49.

O triunfo do ex-lanterna da Série A ainda garantiu o líder do campeonato, o Palmeiras, ao menos na pré- Libertadores de 2017. Isso porque, a seis rodadas para o fim do torneio, o sétimo colocado Atlético-PR não consegue mais ultrapassar o Verdão. Mesmo que vença todos os seus compromissos, o Furacão chegaria a 66 pontos, um a menos do que a agremiação de Palestra Itália tem neste momento.

O jogo contou com equipes pouco inspiradas, sem criatividade. O América esperando mais em seu campo de defesa e descendo em velocidade, mas claramente com dificuldades no meio campo. O Atlético trabalhava a bola, estudava o jogo, trocava passes, mas tinha dificuldades de penetrar na defesa adversária, seja pelas pontas ou até nas tentativas pelo meio.

O Atlético-PR agora volta para Curitiba e espera, no próximo sábado, a visita do Cruzeiro. O América terá mais uma semana livre. A equipe recebe o São Paulo, no Independência, na próxima segunda-feira.

Espião Azul

A visita do Atlético-PR não serviu apenas para o duelo com o Coelho. Nas arquibancadas do estádio Independência, o técnico Mano Menezes acompanhava atentamente todos os detalhes. Isso porque, no próximo fim de semana, o Cruzeiro viaja até Curitiba para jogar contra o Furacão, confronto da 33ª rodada, oportunidade que pode livrar a Raposa de uma vez por todas do risco de rebaixamento para série B.

O jogo

O América começou a partida sem a responsabilidade do resultado. Virtual rebaixado para a série B, a diretoria já foca suas atenções no planejamento para a próxima temporada. Até por isso, no meio de semana, o Coelho se movimentou nos bastidores, mudando alguns setores internos.

Enderson Moreira, confirmado para 2017, já observa os atletas que vão compor seu grupo nas competições do ano que vem. No duelo, já pensando em 2017, ficou claro que o América precisa de um armador. A equipe alviverde iniciou o confronto dependendo bastante das ligações diretas, algo que atrapalhava o Coelho, que não conseguia segurar a bola no ataque.

O Atlético-PR, por sua vez, tinha tranquilidade para trabalhar o jogo e buscar as melhores ações. A metade da partida, entretanto, apresentava a seguinte realidade: os donos da casa com pouca criatividade conseguiram apenas uma boa oportunidade, com defesa de Weverton, já os visitantes pensavam mais o duelo, mas também conseguiram criar apenas uma chegada, com fácil defesa de João Ricardo.

Aos 25, o América teve sua mais clara chance de abrir o placar. Com boa jogada pelo lado esquerdo, Nixon por pouco não alcançou o cruzamento de Danilo que levou bastante perigo.

O Atlético-PR demostrava capacidade de propor o jogo, mas se mostrava também um time previsível, com pouca criatividade, algo que incomodava o técnico Paulo Autuori.

Quando o primeiro tempo aproximava do fim, o América passou a tomar mais os espaços e alcançava com mais facilidade a meta adversária. Na maioria das vezes pela esquerda, com Danilo, o Coelho agredia, mas não finalizava.

Segundo tempo

A etapa complementar se mostrou parecida ao inicio do jogo, as equipes tinham pouca criatividade na criação de jogadas. O Coelho tinha uma postura mais defensiva, esperando o visitante em seu campo de defesa.

A metade do segundo tempo mostrava uma partida com poucas oportunidades, sem chances, uma duelo frio, de duas equipes que não conseguiam criar algo para a partida.

O melhor momento da etapa complementar ocorreu aos 35 minutos. O América conseguiu encaixar um bom contra-ataque, Juninho cruzou na área e Michael não conseguiu aproveitar a chance na pequena área. No rebote, Danilo finalizou por cima.

Após a entrada do atacante Michael o América cresceu de rendimento e teve, pelo menos, três chances para abrir o placar. E deu resultado: após cobrança de escanteio, Eder Lima aproveitou o vacilo da zaga e marcou o tento da vitória.

FICHA TÉCNICA
AMÉRICA-MG 1 X 0 ATLÉTICO-PR

Local: Estádio Independência, Belo Horizonte (MG)
Data: 24 de outubro de 2016, domingo
Horário: 20h (de Brasília)
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP)
Assistentes: Rodrigo Henrique Correa (RJ) e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa (SP)

Gols: Eder Lima, aos 39 do segundo tempo (América)

AMÉRICA-MG: João Ricardo; Jonas, Éder Lima, Messias (Makton) e Ernandes; Danilo Leandro Guerreiro, Juninho, Tony e Nixon (Michael); Matheusinho (Renato Bruno).
Técnico: Enderson Moreira

ATLÉTICO-PR: Weverton; Léo, Wanderson, Thiago Heleno e Renan Lodi; Otávio e Matheus Rossetto (Nikão); Hernani, Lucho González e Lucas Fernandes (Giovanny); André Lima.
Técnico: Paulo Autuori

 

Exibindo grande forma nas areias de Copacabana, Alison e Bruno Schmidt eliminaram mais uma dupla complicada nesta segunda-feira, no vôlei de praia dos Jogos do Rio-2016. Eles despacharam os norte-americanos Dalhausser e Lucena por 2 sets a 1. Agora terá pela frente outra "pedreira" pela frente: os holandeses Brouwer e Meeuwsen, campeões mundiais em 2013.

(Foto: Marcelo Pereira/Exemplus/COB) - Alison/Bruno Schmidt celebra vitória e projeta 'final' contra holandes

Para Bruno Schmidt, será mais uma "final" nesta sequência de jogos complicados da dupla brasileira no Rio de Janeiro. "Estamos prontos para mais uma 'final'", afirmou Schmidt. "Enfrentamos o time campeão europeu (Herrera/Gavira), enfrentamos o campeão olímpico de 2008 (Dalhausser). Agora teremos o campeão mundial de 2013 . Nossa chave é isso, e isso é uma Olimpíada, só grandes equipes. Não dá para escolher adversário nunca", disse Alison.

O jogador fez elogios a Dalhausser e atribuiu ao rival norte-americano parte do seu crescimento no Circuito Mundial. "Dalhausser é um atleta exemplar, aprendi muito perdendo contra ele. É um jogador da minha geração, ganhou muito de mim e me fez evoluir. Tenho ele como exemplo. Quando toca no bloqueio, ele avisa, quando a bola vai para fora. Gosta de jogar um voleibol limpo. É um cara que merece o que conquistou", comentou.

A dura vitória desta segunda teve um ingrediente a mais para os competidores: o vento forte. "Pouco antes do jogo praticamente não ventava. Bastou entrarmos no corredor e as rajadas ficaram fortes. Mas isso é vôlei de praia. Sol, chuva, vento forte, pouco vento. Temos que estar preparados sempre, é uma habilidade. Quem se adapta mais rápido, leva vantagem", afirmou Bruno Schmidt.

Brouwer e Meeuwsen se classificaram para enfrentar os brasileiros ao vencerem também nesta tarde os compatriotas Nummerdor e Varenhorst por 2 sets a 0, com parciais de 25/23 e 21/17. O duelo com Alison e Bruno está marcado para as 17 horas desta terça-feira, valendo vaga na grande final.

Sem Casemiro, Dunga teve uma interessante ideia contra o Peru:Lucas Lima no centro de uma linha de três, com Renato e Elias por trás. Qualidade e verticalidade na saída, com Daniel Alves aparecendo mais por dentro para associar a transição com os meias, tendo Willian e Filipe Luís para alargar o campo. Por dentro, entre as linhas do time de Gareca, Coutinho e Lucas Lima:

O problema era quando o time chegava ao último terço. Pouca aproximação para trocar passes e gerar ocasiões de gol, com individualismo demasiado. Jeito que o Brasil achava para chegar próximo a área de Galesse, depois de definir desta forma contra o frágil Haiti.

Também porque num confuso 4-1-4-1, o Peru de Gareca marcava mal. Montava as linhas no campo de defesa, mas sem coordenação para fechar as linhas de passe e marcar o setor, sempre com perseguições que abriam toda a defesa e davam a oportunidade da jogada individual da seleção de Dunga

Individualismo para atacar descompensando a interessante ideia de sair com três homens de passe, tendo amplitude e jogadores entre as linhas. Se bem coordenado, teria chance grande de êxito. 


Porque no futebol moderno e de alto nível segue prevalecendo o coletivo. Sem a chegada de Elias e Renato de trás, para ajudar na triangulação ou até mesmo arriscar em arremates, a seleção ficou espaçada no terço final. Gabriel sem referência de posicionamento na frente, Willian buscando o fundo sem outra alternativa, Lucas e Coutinho sem a bola para servir. 

O jogo mudou a partir do momento em que Gareca avançou as linhas, porque sem a liberdade para Renato e Elias construírem trocando passes, tão menos Filipe e Daniel explorarem os espaços, o Brasil se tornava um time dividido em dois. 

Defesa e dois volantes pressos atrás, meias e atacantes avançados a espera de uma saída que não acontecia. Uma possível solução? ter Lucas Lima mais próximo dos volantes para criar uma nova opção de passe. Novamente o individualismo...


Gareca apostou em Yotun para a saída ao lado de Vilchez, desfazendo o esquema inicial e posicionando Cueva e Polo pelos lados, para buscar Ruidiaz e Guerrero a frente. Manutenção da bola no campo de ataque, deixando Brasil sem opções de saída nem conclusão na transição.

Willian e Coutinho ficaram distantes, assim como Lucas Lima que por consequência isolou Gabriel. Totalmente perdido na referência, onde não costuma jogar e foi sacado por Hulk e a tentativa desesperada do gol após a abertura do placar com Ruidiaz. Sem qualquer sucesso a despedida do Brasil foi melancólica. 

Novo vexame da seleção mal treinada, mal conduzida e sobretudo mal estruturada. Desde o principio, falando de elementos que não tangem diretamente o campo até os que chegam a ele. Bom início contra o Peru, derrota com gol irregular. Faltou, mas não deixou de ser irônico. É uma nova chance de mudar. Sinal dos tempos.

Na luta contra o rebaixamento para a segunda divisão, o América venceu o Internacional por 1 a 0, em jogo apertado, na noite desta segunda-feira, em partida válida pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro. A vitória ainda deixa o time mineiro na última colocação, com 18 pontos. O resultado, no entanto, complica o clube gaúcho que permanece no Z4, com 27 pontos.

(Foto: Ricardo Duarte/Divulgação)

A partida mostrou igualdade entre os times, muito pela falta de qualidade técnica nos dois lados. O Coelho, entretanto, foi mais corajoso em alguns momentos, já o Internacional entrou em campo com postura mais defensiva, com três volantes.

Na próxima rodada, o América-MG recebe Botafogo, no Independência, sábado, às 21h (de Brasília). Já o Internacional volta a Belo Horizonte, para encarar o Galo, no domingo, no mesmo estádio.

O JOGO

(Foto: Ricardo Duarte/Divulgação)

O América-MG começou o jogo esperando o Internacional. Mesmo jogando em sua casa, os primeiros minutos foram de superioridade do time colocado, trocando passes e esperando a melhor oportunidade. Já o Coelho, esperava e tocava na bola apenas para tirar ela de algum perigo.

Aos quatro, a primeira oportunidade do time gaúcho. Após cruzamento na área, Valdivia arriscou uma bicicleta, mas ela não foi na meta de Fernando Leal. No minuto seguinte, o Internacional chegou mais uma vez, novamente com perigo, em chute que tirou tinta da trave.

O América buscou responder. Com falta no meio de campo, Danilo fez lançamento e a bola passou muito próxima a meta do Internacional. No minuto seguinte, uma nova chance americana, mas, nas duas oportunidades, o time mineiro chegou no contra-ataque e não era dono da partida.

Após os 10 minutos, o América conseguiu dar mais igualdade na partida. O Coelho conseguia segurar a redonda no meio campo e fazer mais passes tendo domínio da partida. Parte disso foi observar que a equipe vermelha tinha três volantes. Já o alviverde atuava no 4-1-4-1, tentando alguma ofensividade com a bola no pé e se recompondo com força quando não tinha.

A partida, no entanto, pecava em qualidade técnica, e isso ficava claro nas oportunidades claras de gol. As duas equipes tinha deficiência na armação de jogadas. Mas na falta de uma cabeça pra pensar o jogo, o América aproveitada os espaços deixados na lateral direita do Inter.

Após os 35 minutos, a partida ganhou em qualidade. Primeiro com o América, com chegada de Matheusinho, a bola tirou tinta da trave. No lance seguinte, o Internacional ofereceu perigo, e Fernando Leal fez boa defesa.

(Foto: Ricardo Duarte/Divulgação)

O América voltou melhor na etapa complementar. O time de Enderson Moreira conseguia dominar mais a partida e não era atacado pelo Internacional. O jogo, no entanto, era ruim tecnicamente, com poucas chances claras, quase nada em criatividade e alguns lampejos de boas jogadas.

Embora não tivesse forças, o Internacional não ficava exposto, por ter três volantes em campo, e com isso não sofreu com chances claras de gol. E com isso, tendo Valdivia em campo, oferecia algum susto e atenção dos defensores alviverdes.

Aos 20, o Internacional chegou com bastante perigo e teve sua melhor oportunidade no jogo. Com boa chegada, o zagueiro Roger tirou a bola na cara do gol e mandou para escanteio. O colorado mostrou crescimento no jogo, mesmo não tendo armadores, mas mostrava velocidade nos contra-ataques sempre com a redonda passando pelos pés de Valdivia.

Aos 24, uma grande chance do Coelho. Cruzamento na área, Ernandes desviou de cabeça, a bola passou ao lado esquerdo do goleiro Danilo Fernandes e foi para fora.  Aos 28, Ernandes recebeu a bola na entrada da área, chutou forte e a bola explodiu no travessão. No minuto seguinte, o América aproveitou o erro da saída de bola do Inter e quase abriu o placar.

Com o empate sendo ruim para os dois lados, o jogo ficou aberto, com mais oportunidades, e chegadas perigosas para os dois times.

O empate parecia agradar o Internacional, tanto que Celso Roth tirou Valdivia, um de seus principais jogadores, para colocar Ceará e segurar mais o jogo. Mas se o treinador gaúcho colocou um defensor, Enderson mandou para campo um atacante. E com três minutos surtiu efeito: Michael colocou no fundo das redes e deu números finais.

FICHA TÉCNICA
AMÉRICA-MG 1 X 0 INTERNACIONAL

Local: Estádio Independência, Belo Horizonte (MG)
Data: 19 de setembro de 2016, segunda-feira
Horário: 20h (de Brasília)
Árbitro: Rafael Traci (PR)
Assistentes: Ivan Carlos Bohn (PR) e Luiz H. Souza Santos Renesto (PR)

Cartões: Anselmo, Artur (Internacional), Michael (América)

Gols: Michael, aos 45 do segundo tempo (América)

AMÉRICA-MG: Fernando Leal; Jonas, Roger, Éder Lima e Gilson (Bruno Teles); Leandro Guerreiro, Juninho, Danilo (Michael), Ernandes e Osman (Matheusinho); Nixon.
Técnico: Enderson Moreira

INTERNACIONAL: Danilo Fernandes; William, Paulão, Ernando e Artur; Rodrigo Dourado, Fabinho, Sasha (Nico Lopez) e Valdívia (Ceará); Anselmo (Seijas) e Aylon.
Técnico: Celso Roth

Anderson Silva mora em Los Angeles (EUA) e lá curtia férias com a família quando decidiu se oferecer para salvar uma da lutas principais do UFC 200, evento realizado no último sábado (9). Com apenas dois dias para se preparar para a disputa, o brasileiro sequer teve tempo de trazer todos os seus treinadores para o duelo. Por isso, um reforço de luxo foi mais do que importante na horas que antecederam o confronto contra Daniel Cormier.

Presente na cidade para acompanhar os atletas da academia American Top Team ao longo da semana, Katel Kubis se deslocou para ajudar o Spider nos treinos. A amizade entre eles, por sinal, é antiga. Formados em muay thai na academia de Fábio Noguchi, os lutadores mantém contato desde então. Fato que facilitou a vida de Anderson na hora em que ele precisou de ajuda.

 

“Vim fazer meu trabalho, não subi para lutar por dinheiro. Claro, trabalhamos, mas não aceitei por dinheiro. Estou feliz por fazer o que eu gosto. Lutar é o que eu vivo em mim. Não estou preocupado com bônus, estou bem com o que coloquei em prática. Usei os ensinamentos que eu aprendi em toda minha vida. Gostaria de agradecer a todos os meus treinadores, ao meu amigo Katel Kubis, que se formou comigo há muito tempo. Estou até emocionado”, narrou o ex-campeão dos médios (84 kg) antes de chorar.

 

Aos 41 anos, Anderson aceitou não apenas enfrentar um lutador campeão da categoria de cima. em ritmo de combate e com o treinamento pronto, Cormier já estava escalado para o duelo e só não se apresentou por ter sido flagrado em um exame antidoping.

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