O secretário do Esporte e do Turismo do Paraná, deputado Douglas Fabricio, participou nesta terça-feira (29 de março) do lançamento de início de vendas de ingressos do UFC 198, que acontecerá em Curitiba no próximo 14 de maio. O torneio marcado na Arena do Atlético Paranaense será o primeiro em um estádio brasileiro e contará com um público de 42 mil pessoas.

Na ocasião, o secretário estava acompanhado do secretário municipal do esporte e lazer de Curitiba, Aluisio Dutra, e do presidente do Instituto Municipal de Turismo de Curitiba, Caíque Ferrante.

“Este é um evento diferenciado que valoriza muito o esporte no estado e gera inúmeros benefícios para o turismo. Vale dizer ainda que é o reconhecimento à cidade que revela muitos talentos no UFC. É um evento esportivo tão importante quanto a Copa do Mundo e gera expectativa equivalente”, disse Douglas.

Na ocasião, o renomado lutador Anderson Silva fez uma brincadeira com o secretário e o entrevistou sobre a realização do importante torneio no Paraná. "Ficamos muito felizes de ocupar a pasta e trabalhar pelo esporte bem no momento em que o UFC vai acontecer". 

Berço

A realização do evento na capital paranaense é bem apropriada. Curitiba é berço de grandes atletas do esporte. Na cidade, surgiram nomes como Anderson Silva, Wanderlei Silva, Mauricio Shogun, Murilo Ninja, José Pelé Landy, Rafael Cordeiro e Cris Cyborg. Nesta edição do UFC, lutadores como Anderson Silva, Cris Cyborg e Shogun participarão.

Foi no sufoco, com uma atuação mediana, mas que serviu para espantar qualquer desconfiança e fazer o Corinthians disparar na liderança do Campeonato Brasileiro. Com um gol de Jô aos 44 minutos do segundo tempo, o time alvinegro derrotou a Chapecoense por 1 a 0, nesta quarta-feira, na Arena Condá, e viu a vantagem para o vice-líder Grêmio subir para dez pontos (50 contra 40). Com direito a grito de "é campeão" da torcida corintiana presente no estádio.

Antes do jogo, o que causava maior preocupação nos corintianos era a defesa remendada com Léo Santos, Pedro Henrique e Moisés. Os defensores deram conta do recado e o que atrapalhou o time de Fábio Carille foi o setor ofensivo. Jô conseguiu salvar com o gol nos últimos minutos e chegou aos 12 no Brasileiro, empatando na liderança da artilharia do campeonato com Henrique Dourado.

A equipe alvinegra errou muitos passes e teve poucas chances de chegar ao gol de Jandrei. A melhor no primeiro tempo aconteceu em um lance irregular. Aos 10 do primeiro tempo, Jô cruzou e Rodriguinho marcou, mas antes, ajeitou a bola com o braço e o árbitro marcou o toque.

Aos gritos de 'é campeão', Corinthians vence a Chapecoense

Sem criatividade por parte de Marquinhos Gabriel e Rodriguinho, uma escapatória poderia ser Romero e Maycon, mas o paraguaio não conseguiu abrir espaço como de costume e o volante ficou mais recuado do que o habitual.

A comissão técnica da Chapecoense deve ter visto o jogo do Corinthians contra o Vitória, pois entrou em campo com a organização tática igual à dos baianos, fazendo duas linhas de quatro próximas e tentando sair ao ataque pelos lados. Apodi foi quem mais teve liberdade e aproveitou a insegurança de Moisés para chegar ao ataque. Restava, porém, calma para finalizar.

No segundo tempo, o Corinthians adiantou a marcação e passou a ser mais objetivo. Clayson entrou no lugar de Marquinhos Gabriel e fez com que o time alvinegro passasse a ter maior velocidade e movimentação no ataque. Rodriguinho, de novo, teve uma boa oportunidade de abrir o placar e Jandrei levou a melhor. Em seguida, Romero foi quem recebeu na área e errou na finalização.

Tanta ofensividade fez com que a defesa alvinegra desse espaço e quase a Chapecoense conseguiu aproveitar. Aos 16, Léo Santos praticamente fez um gol para o Corinthians. Moisés e Pedro Henrique se atrapalharam na hora de cortar a bola na área, Túlio de Melo pegou a sobra e bateu, mas o zagueiro de apenas 18 anos e que substituiu Balbuena, machucado, salvou em cima da linha.

Os minutos finais foram de dois times mostrando vontade de vencer com apostas em longos lançamentos e poucas finalizações. Parecia que o zero ia ficar até o fim, quando aos 44, Clayson se complicou na frente de Jandrei, mas a bola sobrou para Jô empurrar para as redes e garantir a vitória.

Para o jogo com o Atlético-GO, sábado, na Arena Corinthians, a equipe de Carille perdeu dois importantes titulares. Romero e Jô receberam o terceiro cartão amarelo e estão fora da partida. Já a Chapecoense, 15.ª colocada, com 25 pontos, terá pela frente o Avaí no domingo, fora de casa.

FICHA TÉCNICA

CHAPECOENSE 0 X 1 CORINTHIANS

CHAPECOENSE - Jandrei; Apodi (Diego Renan), Douglas Grolli, Fabrício Bruno e Reinaldo; Lucas Mineiro, Lucas Marques e Luiz Antônio (Nenén); Wellington Paulista, Túlio de Melo e Penilla (Júlio Cesar). Técnico: Vinícius Eutrópio.

CORINTHIANS - Cássio; Fagner, Léo Santos, Pedro Henrique e Moisés; Gabriel (Camacho), Maycon, Rodriguinho (Paulo Roberto), Marquinhos Gabriel (Clayson) e Romero; Jô. Técnico: Fábio Carille.

GOL - Jô, aos 44 do segundo tempo.

ÁRBITRO - Paulo Roberto Alves Junior (PR).

CARTÕES AMARELOS - Jô, Reinaldo, Clayson, Moisés e Romero.

PÚBLICO - 15.831 torcedores.

RENDA - R$ 625.655,00.

LOCAL - Arena Condá, em Chapecó (SC).

O Santos já está pronto para o embate decisivo contra o Barcelona de Guaiaquil, nesta quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), no Equador, pela ida das quartas de final da Libertadores. Na noite desta terça, o técnico Levir Culpi comandou o último treino antes da partida e confirmou a entrada de Thiago Ribeiro no time titular.

O atacante de 31 anos entra na vaga de Copete, que sentiu dores musculares no clássico diante do Corinthians, no último domingo, e nem viajou com a delegação.

“O Thiago tem um currículo, muito experiente, completamente do bem. Não vem jogando com brilho, mas é muito importante, teve participações muito efetivas. Pode jogar muito bem. A confiança é total nele”, explicou o comandante em entrevista coletiva no Estádio Monumental Isidro Romero Carbo, palco da partida desta quarta-feira.

Além da mudança no ataque, o Santos também terá o retorno de David Braz para o confronto. O zagueiro volta após cumprir suspensão contra o Corinthians e entra na vaga de Gustavo Henrique.

Sendo assim, o time que entrará em campo diante do Barcelona de Guaiaquil será formado por Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Zeca; Alison, Renato e Lucas Lima; Thiago Ribeiro, Bruno Henrique e Ricardo Oliveira.

No último treino antes do jogo, Levir Culpi fez trabalho de bola parada e liberou o famoso ‘rachão’ para o elenco. A atividade contou até com a participação do auxiliar Elano e do roupeiro França.

Se existia algum palmeirense ainda esperançoso com a conquista do Campeonato Brasileiro, não existe mais. Nesta quarta-feira, o Verdão foi derrotado pelo Vitória, pior mandante da competição, por 3 a 1 no Barradão, e passa a se preocupar mais com a classificação direta à Copa Libertadores.

Sem Borja, Willian e Deyverson, Alberto Valentim optou por escalar Erik como falso 9 do Palmeiras nesta quarta-feira. O posicionamento do atacante, no entanto, parece não ter sido combinado com os companheiros. Logo nos primeiros minutos, Moisés, Dudu e Bruno Henrique tentaram lançamentos pelo alto para o camisa 14, de apenas 1,72m, que não conseguiu vencer os zagueiros rubro-negros.

Vagner Mancini também teve problemas para montar o Vitória, que não contou com Neilton, suspenso, nessa noite. Assim, o treinador optou pela entrada de Uillian Correia, reforçando o meio-campo com três volantes, o que deu resultado logo aos cinco minutos.

O camisa 7 roubou na intermediária, avançou sob os olhares inertes de Tchê Tchê e Bruno Henrique, e abriu para Patric. O lateral cruzou na área, Tréllez antecipou Dracena e rolou para Yago, que chutou forte, sem chances para Fernando Prass.

Uma falha coletiva do Palmeiras proporcionou ao Vitória o seu primeiro gol, e um erro individual permitiu o segundo. Tréllez usou o corpo para girar em cima do zagueiro Juninho, avançou conduzindo a bola desde o meio-campo e bateu por entre as pernas de Fernando Prass. Outro problema claro apontado pelo tento rubro-negro é o posicionamento da linha defensiva do Palmeiras sob o comando de Alberto Valentim, que ordena os zagueiros alviverdes no centro do campo, propiciando chances claras aos adversários em caso de erro defensivo.

Do time palmeirense, Keno era o mais lúcido. Chamando a responsabilidade por meio de jogadas individuais, o camisa 28 driblou Geferson na lateral da área e fez o cruzamento. A bola desviou no marcador e caiu na cabeça de Dudu, que nem precisou saltar para mandar para o gol e diminuir a vantagem dos mandantes.

O Palmeiras chegou a equilibrar a partida no Barradão, mas sofreu o terceiro gol aos 39 minutos. David foi lançado por trás da zaga, Mayke levou seu terceiro drible por entre as pernas em duas partidas, e o atacante rubro-negro tocou na entrada da área. Juninho chegou dividindo, a bola bateu em Dracena e sobrou para Yago, que cortou Tchê Tchê e mandou para as redes.

Logo após o lance, uma jogada deu mostras da situação alviverde em campo. Dudu tentou dominar um passe simples, rasteiro, na lateral do campo, mas deixou a bola sair. Aparentando desespero, Valentim sacou Bruno Henrique no intervalo e promoveu a entrada do garoto Fernando, que fez sua estreia pelo Alviverde.

 

O garoto alviverde entrou disposto a mostrar serviço, e, com apenas um minuto em campo, já arriscou sua primeira finalização, que foi longe da meta de Fernando Miguel. Do outro lado, o Vitória só não marcou o quarto pela defesa de Fernando Prass, que impediu o gol de Tréllez, de cabeça.

Se não conseguia criar chances de marcar, o Palmeiras esteve perto do segundo em lance que seria gol contra de Wallace. Moisés lançou Erik, o zagueiro fez o corte, mas mandou contra a própria meta, obrigando Fernando Miguel a se esticar para fazer a defesa. No rebote, Moisés chutou em cima da zaga.

Com 15 jogados, Alberto Valentim sacou o improdutivo Erik e colocou o desatento Róger Guedes em campo. O camisa 23, muito longe das atuações que apresentava em 2016, não conseguiu jogar e chegou a ter o posicionamento corrigido por Dudu em campo.

A esperança verde reacendeu aos 18, quando Uillian Correia fez falta por trás em Dudu, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. Valentim ainda tentou um último ato colocando Guerra na vaga de Keno, que não manteve o bom nível da primeira etapa.

O venezuelano ainda balançou as redes no último minuto do período regulamentar, mas o tento foi anulado. Guerra (que não) estava impedido quando pegou a sobra do chute de Tchê Tchê, que acertou Moisés com a finalização.

Há três rodadas sem vencer – empate contra o Cruzeiro e derrotas para Corinthians e Vitória -, o Palmeiras se vê novamente pressionado por concorrentes na briga pela quarta posição do Brasileirão. Com 54 pontos e na quarta posição, o Alviverde vê o sexto colocado Botafogo se aproximar – são apenas três pontos a menos na tabela e um confronto direto pela frente, na penúltima rodada. No domingo, às 17h (de Brasília), o duelo será contra o Flamengo, no Palestra Itália.

Já o Vitória alcançou os 38 pontos e empurrou para zona de rebaixamento o Sport, que perdeu nesta quarta-feira para o Botafogo. A equipe comandada por Vagner Mancini é a 16ª na tabela e também volta a campo no domingo, às 17h, contra o Grêmio no Alfredo Jaconi.

FICHA TÉCNICA
VITÓRIA 3 X 1 PALMEIRAS

Local: Estádio Barradão, em Salvador
Data: 08 de novembro de 2017, quarta-feira
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Dewson Fernando Freitas da Silva (Fifa)
Assistentes: Hélcio Araújo Neves e Jose Ricardo Guimaraes Coimbra

Cartões amarelos: Yago, René e José Welison (VITÓRIA); Mayke (PALMEIRAS)
Cartão vermelho: Uillian Correia (dois amarelos) (VITÓRIA)

GOLS:
VITÓRIA: Yago, aos cinco, Tréllez, aos 14 e Yago novamente aos 39 minutos do primeiro tempo
PALMEIRAS: Dudu, aos 19 minutos da etapa inicial

PALMEIRAS: Fernando Prass; Mayke, Edu Dracena, Juninho e Egídio; Bruno Henrique (Fernando), Tchê Tchê e Moisés; Keno (Guerra), Dudu e Erik (Róger Guedes)
Técnico: Alberto Valentim

VITÓRIA: Fernando Miguel; Patric, Kanu, Wallace e Geferson; José Welison (Carlos Eduardo), Uillian Correia e Filippe Souto (Ramon); Yago (René); David e Trellez
Técnico: Vágner Mancini

O meia Kaká anunciou neste domingo sua aposentadoria como jogador profissional de futebol. Após declarar que não iria renovar com o Orlando City, time que defendeu nos Estados Unidos nos últimos anos, o atleta deixou em aberto seu futuro no esporte. No entanto, ele revelou oficialmente sua aposentadoria dos gramados em entrevista à TV Globo.

(Foto: CBF) - Aos 35 anos, Kaká surpreende e anuncia aposentadoria

"Foi uma decisão Muito consciente, cheguei à conclusão de que é o momento de encerrar a carreira", declarou o jogador de 35 anos. "A minha palavra final é que o ciclo da minha carreira como jogador profissional se encerra para mim", completou.

Com três Copas do Mundo no currículo e um prêmio de melhor jogador do mundo em 2007, Kaká afirmou que planeja seu futuro trabalhando nos bastidores do futebol. No entanto, não revelou qualquer plano mais específico ou projeto em sua meta de atuar como gestor ou manager.

O meia foi revelado pelo São Paulo, onde realizou sua primeira partida como profissional em 2001. Foi vendido para o Milan, da Itália, em 2003, onde ganhou reconhecimento mundial, conquistou a Liga dos Campeões da Europa na temporada 2006/2007, faturou o título do Mundial de Clubes em 2007 e ficou até 2009, quando transferiu-se para o Real Madrid.

No clube espanhol, Kaká não teve sucesso, apesar de participar de conquistas do clube. Neste período, ele sofreu com lesões e ganhou poucas oportunidades como titular do técnico José Mourinho.

Foi, então, emprestado para o Milan em 2013 e no ano seguinte assinou com o Orlando City, onde ficou até este ano com breve passagem pelo São Paulo por empréstimo em 2014. No clube paulista, havia a expectativa de que Kaká encerrasse sua carreira com mais uma passagem pelo clube, em 2018.

Pela seleção brasileira, o meia participou da conquista do penta na Copa do Mundo de 2002, no Japão e na Coreia do Sul. Depois, foi campeão também nas edições de 2005 e 2009 da Copa das Confederações. Ele esteve nos Mundiais de 2006 e 2010, quando a seleção foi eliminada nas quartas de final nas duas edições.

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