Após conquistarem o primeiro ouro olímpico do Brasil no futebol masculino, os jogadores que derrotaram a Alemanha por 5 a 4 nos pênaltis, na partida disputada neste sábado, no estádio do Maracanã, agora voltam as suas expectativas para a primeira lista de convocação do técnico Tite, que será liberada ao público na segunda-feira, às 11h (de Brasília), na Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Nomes como Marquinhos, Douglas Santos e Gabriel, que vinham sendo chamados por Dunga para o time principal, demonstraram curiosidade em saber quem estará entre os selecionados do ex-treinador corintiano. Porém, além deles, a boa performance nos Jogos aumentou a expectativa sobre nomes como Rodrigo Caio, do São Paulo, Gabriel Jesus, do Palmeiras, e Luan, do Grêmio.

O próprio comandante, aliás, fez questão de postergar o anúncio dos convocados para evitar que qualquer desapontamento com uma possível ausência acabasse entristecendo os jogadores em meio à disputa. Além dos jovens, prováveis figuras são as de Neymar e Renato Augusto, atletas convocados por Rogério Micale dentro da cota de três jogadores acima dos 23 anos. O goleiro Weverton foi quem completou a lista.

“Olha, acho que eu joguei bem, fiz bem o meu trabalho dentro de campo durante toda a competição. Me doei sempre, ajudei na marcação como o treinador pediu. Também consegui fazer meus gols. Enfim, saio daqui com a sensação de dever cumprido”, avaliou o santista Gabriel, que marcou até gol na campanha da Copa América Centenário, em junho.

Uma coisa que Tite já sabe é que, mesmo presença certa na lista, Neymar fez uma exigência: não ser mais o capitão da equipe, posto ocupado por ele desde o segundo semestre de 2014, após o fiasco na Copa do Mundo. Eleito como capitão por Dunga em seus últimos jogos e também por Rogério Micale para o torneio dos Jogos do Rio de Janeiro, ele avisou o novo chefe que não quer mais ser o dono da faixa.

Agora, cabe a Tite, além de escolher quem da garotada integrará sua relação, definir quem será o escolhido para ser o capitão neste início de trabalho, uma obrigação a mais para o treinador. Ele pega a equipe fora da zona de classificação para a Copa do Mundo da Rússia, em 2018.

A lista valerá para os confrontos contra Equador, duelo que marcará a estreia do treinador, em Quito, e Colômbia, em Manaus, que ocorrem nos dias 1º e 6 de setembro, respectivamente. O Brasil se encontra na sexta colocação nas Eliminatórias e precisa reagir em busca da classificação para a Copa da Rússia.

Apesar de estar no G-4 do Campeonato Brasileiro e vir de vitória por 2 a 1 sobre o Santa Cruz, em Itaquera, o Corinthians quer minimizar os erros infantis cometidos nos últimos jogos. Na avaliação dos jogadores, lances fáceis, como o de Pedro Henrique contra o Atlético-MG, atrapalharam o somatório de pontos do Timão e tiraram-no até de uma possível liderança. Por isso, a mensagem é zerar as falhas para o jogo contra o América-MG, quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), no Independência.

“Agora vamos pensar no jogo difícil que a gente vai ter fora de casa. Apesar da derrota na quarta, conseguimos criar algumas coisas, tomamos dois gols de falha. Já contra o Santa Cruz a gente teve a calma que precisava”, avaliou o lateral direito Fagner, poupando tanto o jovem defensor quanto Cássio, que entregou o único gol dos pernambucanos. “Acontece, acontece”, continuou.

Até o momento, o Timão tem um mau desempenho atuando longe de seus domínios: são cinco jogos, com um triunfo sobre o Sport, na Ilha do Retiro, e derrotas para Vitória, Palmeiras, Fluminense e o próprio Galo. Frente ao Coelho, um rival que está na zona de rebaixamento, os alvinegros acreditam que podem enfim voltar a triunfar fora da capital paulista.

Para o volante Bruno Henrique, que subiu bastante de produção nas últimas partidas, a postura mais defensiva adotada na etapa final da partida de sábado serviu justamente para não deixar para trás mais pontos diante de adversários que brigam na parte de baixo da tabela.

“Fizemos um grande primeiro tempo, mas no segundo precisamos controlar mais. Acontece, nosso time sabe assimilar as coisas, fizemos um primeiro tempo melhor, segundo tempo Santa Cruz cresceu, é uma boa equipe, está brigando com os grandes”, justificou-se o meio-campista, que teve discurso parecido com o do lateral esquerdo Uendel.

“Foi um segundo tempo que a gente teve de correr riscos na partida contra o Santa Cruz. Estava tudo controlado, 2 a 0 era tranquilo, mas 2 a 1 fica perigoso. Tivemos alguns perigos ali atrás, mas acho que, no momento, o importante é que a gente encostou novamente nos líderes”, encerrou o defensor.

 

O Ginásio Belin Carolo foi palco de uma partida emocionante confronto entre Campo Mourão Basquete e Minas Tênis Clube na noite desta terça-feira (07/03). A decisão veio apenas na terceira prorrogação e quem levou a melhor foram os donos da casa, pelo placar de 114 a 105

Põe na conta: Com a dramática vitória após incríveis 55 minutos de jogo, o Campo Mourão se manteve na oitava posição na tabela de classificação, agora com 13 resultados positivos em 23 jogos. Já o Minas sofreu sua 15ª derrota em 22 partidas e segue na 12ª colocação.

Haja fôlego: Após empate no tempo normal (83 a 83), a partida teve um desfecho para lá de emocionante. Nas duas primeiras prorrogações, o equilíbrio imperou. Já no terceiro tempo extra, o time paranaense teve mais “gás” e garantiu o triunfo ao lado de sua torcida.

Double trouble: Os norte-americano Isaac Thornton e Greg Brown tiveram grandes atuações na vitória do Campo Mourão. O primeiro foi o cestinha da partida, com 30 pontos, e cravou seu recorde pessoal no NBB CAIXA. Já Brown deixou a quadra com expressivos 22 pontos, oito rebotes e sete assistências.

Contribuições valiosas: Com duplos-duplos na conta, outros dois jogadores foram fundamentais para o triunfo dos paranaenses. Douglas Nunes marcou 21 pontos e apanhou 11 rebotes, enquanto que o ala Pastor registrou 13 pontos e 15 rebotes.

Bem que tentou: Do lado do Minas, o grande destaque ficou por conta do norte-americano Drew Maynard, responsável por 30 pontos e 15 rebotes. Este foi o sexto duplo-duplo do ala/pivô nesta temporada do NBB CAIXA.

Virada à mineira: Em desvantagem no intervalo (41 a 36), o Minas teve grande desempenho no terceiro quarto e não só virou o jogo como construiu boa vantagem para o último período. Após vitória parcial por 27 a 15, os visitantes iniciaram os dez minutos finais com sete pontos de frente (63 a 56).

Na hora certa: O Campo Mourão ficou o último quarto todo em desvantagem, mas sempre na cola dos mineiros. Restando pouco mais de um minuto para o fim, os visitantes venciam por 83 a 77, mas seguidas bolas de três pontos convertidas por Isaac e Cauê levaram a decisão para a prorrogação.

Não foi inédito: A partida desta terça foi a segunda desta temporada do NBB CAIXA decidida apenas na terceira prorrogação. A outra vez em que foram necessários 55 minutos de jogo para ser conhecido o vencedor foi na vitória do Banrisul/Caxias Basquete sobre o Franca Basquete, por 100 a 95, no dia 21/02.

E agora? O próximo compromisso das duas equipes será nesta quinta-feira (09/03). Campo Mourão segue atuando como mandante e receberá o UniCEUB/BRBCARD/Brasília. Por sua vez, o Minas vai ao Estado de São Paulo para enfrentar o Mogi das Cruzes/Helbor.

O NBB CAIXA é uma competição organizada pela Liga Nacional de Basquete (LNB), em parceria com a NBA, e conta com o patrocínio master da CAIXA, os patrocínios da SKY, Nike e Avianca e o apoio do Ministério do Esporte.

Nos últimos dois anos, o torcedor do Santos se acostumou a ver um time mantendo a posse de bola e sempre buscando a troca de passes para alcançar as conquistas. Porém, esqueça isso no Peixe comandado por Levir Culpi. Pelo menos foi isso que os santistas acompanharam nesta quarta-feira, diante do Vitória, no Barradão. Apostando bastante nos contra-ataques rápidos, o Alvinegro Praiano contou com a inspiração dos velozes Copete, com dois gols, e Bruno Henrique, com duas assistências, para conquistar o triunfo por 2 a 0 e embalar no Campeonato Brasileiro.

Com a vitória, o alvinegro chegou aos 16 pontos, assumiu a terceira colocação e colou nos líderes Grêmio (19) e Corinthians (20). Já o Leão, por sua vez, teve sua sequência de ter jogos sem derrota, estacionou nos oito pontos e pode terminar a rodada na zona de rebaixamento.

As duas equipes voltam a entrar em campo no próximo final de semana. No sábado, às 19h (de Brasília), o Santos recebe o Sport, na Vila Belmiro. Já no domingo, às 16h, o Vitória visita o Atlético-PR, em Curitiba.

Veloz, Peixe abre o placar
O duelo até começou equilibrado no Barradão. Jogando em casa, o Vitória tentava sair jogando, enquanto o Santos postava-se no campo de defesa, esperando por um bom contra-ataque. E ele veio aos 16 minutos. Em velocidade, Vitor Bueno deu belo passe entre os zagueiros para Copete. O colombiano ficou na frente de Fernando Miguel, mas não conseguiu descolar o goleiro e a bola foi para escanteio.

Após a cobrança, Bueno pegou a sobra do lado esquerdo e cruzou para Lucas Veríssimo. O zagueiro testou firme e a redonda tirando tinta da trave do Leão.

O Vitória respondeu aos 20 minutos. A jogada até parecia perdida. Porém, uma verdadeira lambança de Alison, que fazia sua estreia em 2017, quase fez os baianos abrirem o placar no Barradão. Após cruzamento de David, o volante furou e Kieza bateu firme. Vanderlei salvou no reflexo. No rebote, o substituto de Thiago Maia tentou afastar, mas chutou em cima de Lucas Veríssimo e a bola quase entrou no gol.

Apostando na velocidade, o Santos não se intimidou com a chance desperdiçada pelo Leão e chegou com perigo mais uma vez. Aos 29, Copete recebeu pelo lado esquerdo e mandou para Bruno Henrique. Livre na área, atacante mandou para fora.

Quatro minutos depois, porém, a velocidade da dupla de pontas do Peixe foi fatal. Bruno Henrique roubou a bola na direita, avançou por todo o gramado e tocou para Copete na entrada da área. E se o companheiro de ataque desperdiçou grande oportunidade momentos antes, o colombiano teve categoria para bater de chapa e abrir o placar no Barradão.

Vitória pressiona, mas Santos vence
Assim como na primeira etapa, o Santos voltou do intervalo recuado e apostando nos contra-ataques. O único problema é que o Vitória, atrás no marcador, retornou com Neílton no lugar de Leandro Salino e partiu com tudo em busca do empate.

Aos 4 minutos, Geferson tentou um cruzamento da esquerda, mas acabou mandando direto para o gol. Vanderlei, no reflexo, afastou a bola. Na jogada seguinte, Uillian Correia mandou uma bomba da entrada da área e assustou o goleiro santista.

A pressão dos donos da casa continuou. Aos 13, Neílton foi derrubado por David Braz dentro da área. O jogadores do Leão reclamaram muito de pênalti, mas a arbitragem mandou seguir.

Na sequência do lance, novamente apostando nos contra-ataques, Bruno Henrique recebeu de Vitor Bueno e só parou no goleiro Fernando Miguel.

O segundo tempo inteiro seguiu nessa toada, com o Vitória se lançando ao ataque e o Santos buscando o gol em um contragolpe. E quando parecia que o Leão chegaria ao empate, o Peixe conseguiu a tão esperada jogada para ‘matar’ o jogo.

Aos 31 minutos, Bruno Henrique ganhou do zagueiro Fred no lado direito e tocou para Copete. Completamente livre, o colombiano teve tempo para dominar e empurrar para o fundo das redes, marcando o segundo dele no jogo, o quinto em três jogos contra o time baiano.

Com o 2 a 0 no placar, o Vitória praticamente se entregou em campo e o Santos apenas administrou o resultado nos minutos finais. No último lance, ainda

FICHA TÉCNICA
VITÓRIA 0 X 2 SANTOS

Local: Estádio do Barradão, em Salvador (BA)
Data: 21 de junho de 2017, quarta-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC)
Auxiliares: Carlos Berkenbrock (SC) e Helton Nunes (SC)
Público: 8.179
Renda: R$ 112.189,00
Cartões amarelos: VITÓRIA: Neílton, Geferson. SANTOS: David Braz.

GOLS:
SANTOS: Copete, aos 33 do 1T, e aos 31 do 2T

VITÓRIA: Fernando Miguel; Leandro Salino (Neílton), Kanu, Fred e Geferson; Willian Farias, Uillian Correia, Patric e Gabriel Xavier (Todinho); David (André Lima) e Kieza.
Técnico: Alexandre Gallo

SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Jean Mota; Renato, Alison (Léo Cittadini) e Vitor Bueno (Rafael Longuine); Copete (Arthur Gomes), Bruno Henrique e Kayke.
Técnico: Levir Culpi

 

Depois de ceder o empate por 2 a 2 para a Ponte Preta, no último sábado, no estádio do Morumbi, na capital paulista, o São Paulo terá dois desfalques para a partida contra o Vitória, no próximo domingo, no estádio Barradão, em Salvador, pela 24.ª rodada do Campeonato Brasileiro, em mais um confronto direto para fugir da zona de rebaixamento. O lateral-esquerdo Edimar, com o terceiro cartão amarelo, e o volante Jucilei, expulso, cumprem a suspensão automática.

O treinador terá o retorno do zagueiro Arboleda, que estava suspenso no jogo diante da Ponte Preta. O técnico Dorival Junior poderá escalar o equatoriano na vaga de Bruno Alves, autor de um gol na estreia, ou no lugar de Rodrigo Caio, criticado pela torcida e que reclamou publicamente do comportamento do meia peruano Cueva na semana passada, causando mal-estar no elenco.

Com os dois gols sofridos, o São Paulo tem a segunda pior defesa do Brasileirão, com 35. O time está empatado com a Chapecoense e leva vantagem apenas na comparação com o lanterna Atlético Goianiense (36). Em 11 jogos sob o comando de Dorival Junior, a equipe sofreu 21 gols, média de quase dois por jogo.

Para as outras duas vagas no time titular, o técnico deverá fazer trocas simples. Na lateral esquerda, Junior Tavares é o reserva imediato e poderá reconquistar a posição. No meio de campo, o argentino Jonathan Gómez é o mais cotado depois de treinar no lugar do próprio Jucilei durante a semana.

Depois do empate em casa, o São Paulo deu folga aos jogadores neste domingo e só se reapresenta nesta segunda-feira à tarde, no CT da Barra Funda, na zona oeste da capital paulista.

A mística do Estádio Rose Bowl, palco do tetracampeonato mundial da Seleção Brasileira, não foi suficiente para levar o Brasil à primeira vitória na Copa América Centenário, neste sábado, pela primeira rodada do Grupo B. No empate por 0 a 0 diante do Equador, a equipe jogou bem e criou boas chances, principalmente no primeiro tempo, mas acabou beneficiada por um erro da arbitragem.

Aos 21 minutos do segundo tempo, Bolaños cruzou, Alisson falhou feio e empurrou a bola para dentro do próprio gol. O auxiliar Carlos Astroza marcou saída de bola, mas as câmeras de tevê mostraram que a bola não havia saído totalmente. A torcida não perdoou a igualdade e vaiou as duas equipes.

Willian reafirmou a condição de principal referência técnica. Foram dele os passes para as melhores primeiras chances do Brasil, a principal delas aos cinco minutos, quando Phillippe Coutinho chutou em cima do goleiro Dreller, que fez uma defesa de cair o queixo.

 

Nome de destaque em todas as convocações de Dunga desde 2014, Willian mostrou ser eficiente na frente, para pensar o jogo, e também para organizar a saída da defesa. Ia e voltava. Ele tem um estilo discreto, simples, que destoa de sua cabeleira black, mas funciona como o centro da engrenagem. No final da etapa inicial, sofreu uma falta duríssima do volante Noboa, perdeu o vigor físico e acabou substituído no segundo tempo por Lucas Moura, que manteve o dinamismo da equipe.

 

Neymar, fora do torneio para tirar férias e jogar apenas a Olimpíada, estava nas arquibancadas do estádio. Acompanhado pelo ator norte-americano Jamie Foxx, o cantor Justin Bieber e o piloto inglês Lewis Hamilton, o brasileiro vibrou em alguns lances e arrancou aplausos quando apareceu no telão. Realmente foram poucos os motivos para os 53 mil torcedores se exaltarem. No segundo tempo, a torcida se distraiu fazendo “olas” o tempo todo.

Willian foi o símbolo da evolução tática da equipe. Apesar de perder seis jogadores durante a preparação, Dunga aproveitou bem os dez dias de treinamento nos Estados Unidos. Mais leve com Casemiro à frente dos zagueiros e mais móvel do meio para frente a seleção errou poucos passes e, além de tudo, mostrou jogadas ensaiadas, principalmente nas cobranças de escanteio. Willian (ele de novo) sempre levantava a mão para indicar a jogada a ser executada, como no vôlei.

 

O Brasil também mostrou que sabe sair de uma pressão na defesa. Os rápidos equatorianos vinham babando para roubar a bola, mas, em dois ou três lances, os zagueiros mostraram sangue frio e entrosamento para fugir das fungadas no cangote. As tabelas feitas na defesa, para sair do sufoco, também têm lá o seu charme e arrancaram aplausos da comportada torcida brasileira no Rose Bowl.

Nesse aspecto, Alisson teve também destaque antes de cometer a falha que comprometeu sua atuação. Ele atuou mais adiantado, quase como um líbero, com habilidade para começar o jogo. Da mesma forma.

Por outro lado, o sistema se mostrou vulnerável aos contra-ataques. Em três momentos, o técnico Gustavo Quinteros pulou de raiva porque o time não conseguiu acertar o último passe. Líder das Eliminatórias sul-americanas para a Copa de 2018, o Equador tem uma ideia de jogo definida, mas peca pela falta de objetividade. O time poderia ter aproveitado os espaços deixados por Elias e a atuação apagada de Renato Augusto.

Entre as mudanças de Dunga, a mais importante foi a de Lucas Moura. A lição de casa, no entanto, é fazer com que o time não caia tanto na etapa final para conquistar sua primeira vitória na Copa América.

O Brasil voltará a jogar na próxima quarta-feira, às 20h30, quando vai encarar o Haiti, que perdeu na estreia para o Peru, próximo adversário do Equador, às 23h.

FICHA TÉCNICA:


BRASIL 0 x 0 EQUADOR

BRASIL – Alisson; Daniel Alves, Marquinhos, Miranda e Filipe Luis; Casemiro, Elias (Lucas Lima), Renato Augusto, Willian (Lucas Moura) e Phillipe Coutinho; Jonas (Gabriel). Técnico: Dunga.

EQUADOR – Dreer; Paredes, Achiller, Mina e Ayoví; Gruezo, Noboa, Montero (Martínez) e Antonio Valencia; Bolaños (Gaibor) e Enner Valencia (Jaime Ayoví). Técnico: Gustavo Quinteros.

ÁRBITRO – Julio Bascuñan (Chile).
CARTÕES AMARELOS – Casemiro, Elias, Gil (Brasil); Paredes,Enner Valencia e Jaime Ayoví (Equador).
RENDA – Não disponível.
PÚBLICO – 53.158 presentes.
LOCAL – Rose Bowl, em Pasadena (Estados Unidos).

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