Jean foi substituído por Luan aos 12 minutos do segundo tempo. Quando estava no banco de reservas, marcou, aos 26, o segundo gol da vitória do Palmeiras sobre o Flamengo, por 2 a 1, no domingo à tarde, em Brasília (DF). Não foi assim que aconteceu, obviamente, mas é isso que consta na súmula da partida, assinada pelo árbitro Fifa Dewson Freitas da Silva, da Federação Paraense.

Esse não é o único erro da súmula. Na escalação do Palmeiras, Thiago Santos aparece como titular, enquanto Matheus Sales consta como reserva. Na verdade, o que aconteceu foi o inverso.

Luan realmente entrou em campo aos 12 minutos do segundo tempo, mas no lugar de Matheus Sales, não de Jean. O volante, que permaneceu em campo, bateu o pênalti anotado aos 25 minutos, quando o zagueiro Cesar fez uma defesa com a mão em cima da linha.

Com relação aos episódios de violência, consta na súmula o seguinte: “No reinicio da partida houve um atraso de 12 minutos devido a um gás de pimenta usado na parte externa do estádio, vindo este para o interior do estádio no campo de jogo, usado (sic) num confronto de torcidas, informação que nos fora relatado (sic) pelos seguranças do estádio”.

Nesta quinta-feira, foi anunciado no site oficial da Fifa a atualização de abril do ranking de seleções que é organizado pela entidade. A mudança de maior destaque na lista é na primeira posição: é a Argentina que agora lidera, tomando o lugar que até então estava com a Bélgica, no momento a segunda colocada. O Brasil, que estava em sexto, pagou pelos dois empates nas Eliminatórias e caiu para sétimo.

 

Há de se notar o domínio sul-americano na nova lista, já que em terceiro vem o Chile, ao ter conseguido subir dois lugares no ranking, enquanto a Colômbia vem logo atrás, ao ter subido quatro posições. Últimos dois campeões mundiais, Alemanha e Espanha vem em quinto e sexto respectivamente, tendo piorado sua colocação em relação a atualização anterior.

Apesar da tradição, Itália e França ocupam posições modestas na lista. A Azurra perdeu um lugar e agora é só a 15ª, enquanto os Bleus ganharam três colocações, mas ainda ficam apenas em 21º. Quem conseguiu melhora significativa é o México, com 100% de aproveitamento desde que Juan Carlos Osorio assumiu o comando do time, e agora é 16º depois de subir 6 postos de uma vez.

O árbitro Herb Dean acabou ficando no centro da maior polêmica do combate entre Anderson Silva e Michael Bisping. No fim do terceiro round, enquanto o inglês reclamava da queda de seu protetor bucal e os segundos finais do round passavam, o brasileiro conectou uma joelhada voadora que derrubou o inglês. O Spider saiu comemorando, mas a luta não foi encerrada.

Dean deu sua visão do que aconteceu e explicou por que considera que a luta não poderia parar naquele momento.

“No momento em que o round foi encerrado, Bisping não estava inconsciente. Ele estava caído e machucado, mas estava olhando para Anderson em postura defensiva e, vendo isso, eu não poderia parar a luta. Se, ao invés de comemorar, Anderson tivesse continuado a atacar, aí sim, seria uma outra história. Mas ele estava festejando quando o gongo soou, e só ali o round acabou'', afirmou o experiente árbitro, aos amigos do Combate.com.

Dean admitiu que ainda precisa rever a luta, mas defende sua postura e a continuação do combate até o quinto round.

 

“Ainda não vi o replay, mas vou dizer exatamente o que aconteceu no terceiro round. As coisas ficaram um pouco estranhas quando Bisping começou a apontar para o protetor bucal que havia caído de sua boca. Mas a regra diz que, para repor o protetor, não pode haver ação. Anderson Silva estava no ataque, portanto a luta não estava parada. Ele jogou – e acertou – uma grande joelhada e Bisping caiu.

 

O gongo soou e Anderson festejou como se tivesse vencido, mas eu não parei a luta. Todo mundo entrou, ficou uma grande confusão, mas eu disse que a luta iria continuar, que não havia acabado, e eles lutaram mais dois rounds'', completou.

 

Bisping ficou na bronca com o árbitro, já que pedia para a luta ser interrompida para recolocar o protetor bucal. Meu protetor caiu e eu falei para ele: 'Herb, o protetor'. Olhe, eu não quero perder meus dentes. Não sei. Eu culpo ele por tudo isso'', afirmou, apontando para os pontos que recebeu na face.

Michael Bisping voltou cambaleante e com o rosto desfigurado para o quarto round, mas foi o suficiente para vencer essa parcial, de acordo com a pontuação dos jurados. No fim, ele deram três rounds para o inglês, que venceu com um triplo 48-47, cumprindo o sonho de derrotar Anderson Silva.

A Argentina fez a sua fanática torcida sofrer mais uma vez, não passou de um empate sem gols diante do Peru, nesta quinta-feira, e se complicou na luta por uma vaga na Copa do Mundo de 2018. Mesmo diante de uma La Bombonera lotada e empurrando a equipe, os comandados de Jorge Sampaoli voltaram a decepcionar, chegaram à quarta partida seguida sem vitória nas Eliminatórias e terão que definir a classificação na última rodada.

(Foto: Associação do Futebol Argentino) - Argentina empata com o Peru e se complica na briga por vaga na Copa

Mais uma vez, a Argentina dependeu exclusivamente de Messi. O craque do Barcelona foi responsável por criar quase todas as oportunidades dos donos da casa, mas viu seus companheiros - e em algumas oportunidades até ele próprio - falharem nas finalizações. As opções de Sampaoli para o setor ofensivo se provaram erradas e a falta de experiência de nomes como Benedetto e Papu Gómez fez a diferença.

Com isso, os argentinos mostraram por que têm o segundo pior ataque das Eliminatórias - apenas 16 gols em 17 partidas - e chegaram a 25 pontos, caindo para a sexta colocação, que hoje os tiraria da Copa da Rússia. Para ir ao Mundial, precisam desesperadamente do triunfo contra o Equador na próxima terça-feira, fora de casa. Caso contrário, podem ficar fora de seu primeiro Mundial desde 1970.

Para o valente Peru, o empate o colocou na quinta colocação e lhe dá, no momento, a vaga para a repescagem. Na terça-feira, a equipe de Ricardo Gareca recebe a Colômbia em Lima e também precisa da vitória para ir à Copa. Na pior das hipóteses, lutam para garantir o direito de enfrentar a Nova Zelândia em confronto de mata-mata para carimbar o passaporte à Rússia.

O JOGO - Sob a pressão de um barulho ensurdecedor nas arquibancadas de La Bombonera, a Argentina começou tomando conta da posse de bola e tentando encurralar o Peru. A primeira chance, porém, veio na bola parada. Aos 13 minutos, Di María cobrou escanteio rasteiro para a marca do pênalti, onde Messi chegou finalizando. Um desvio da defesa impediu o gol.

Mas logo a Argentina passou a apresentar os mesmos problemas das outras partidas. Com Messi bem marcado, a criação era inexistente, o que permitiu que o Peru se animasse. E aos 33, os visitantes quase surpreenderam. Após boa troca de passes pela esquerda, Trauco cruzou rasteiro, Farfán aproveitou cochilo da defesa e apareceu quase na pequena área, sozinho, mas finalizou para fora.

Marcador de Messi, Tapia recebeu o cartão amarelo e, a partir daí, passou a dar mais espaços para o craque, que agradeceu. Aos 37, o jogador do Barcelona recebeu na intermediária, cortou o próprio Tapia e bateu rente à trave. Já aos 45, ele apareceu para dar lançamento perfeito, na cabeça de Benedetto, que jogou por cima do gol.

A pressão se intensificou na segunda etapa. Com menos de um minuto, Messi recebeu e deixou Benedetto em ótimas condições, mas Gallese bloqueou a finalização. A sobra ficou com o craque do Barcelona, que bateu de direita na trave. Na sequência, Biglia ainda tentou de fora da área e exigiu grande defesa do goleiro peruano.

Com Papu Goméz, Benedetto e Rigoni, substituto de Di María, apagados, Messi era responsável por toda a criação argentina. E ele bem que tentou. Aos 11, fez bela tabela pelo meio com Banega e encontrou Papu Gómez sozinho pela esquerda. O meia avançou sozinho até a pequena área e encheu o pé, no peito de Gallese.

A jornada solitária de Messi continuou aos 15, quando ele fez grande jogada pela esquerda, passou por três marcadores e invadiu a área antes de tocar no meio para Rigoni, que bateu travado para fora. Mais sete minutos, e novamente o craque apareceu, puxando contra-ataque e encontrando na área Benedetto, que finalizou outra vez em cima de Gallese.

Só que os craques também cansam, e diante do insucesso de seus companheiros nas finalizações, Messi sentiu o golpe. Extenuado, assistiu ao Peru melhorar com as substituições de Ricardo Gareca. Nas jogadas de bola parada, o craque ainda tentou, mas já não tinha forças para carregar toda uma seleção.

FICHA TÉCNICA:

ARGENTINA 0 X 0 PERU

ARGENTINA - Sergio Romero; Mercado, Otamendi, Mascherano e Marcos Acuña; Lucas Biglia, Banega (Fernando Gago) (Enzo Pérez), Di María (Rigoni), Papu Gómez e Lionel Messi; Benedetto. Técnico: Jorge Sampaoli.

PERU - Gallese; Corzo, Miguel Araujo, Alberto Rodríguez e Trauco; Tapia (Pedro Aquino), Yotún, Farfán (Andy Polo), Edison Flores e Sergio Peña (Cartagena); Paolo Guerrero. Técnico: Ricardo Gareca.

ÁRBITRO - Wilton Pereira Sampaio (Fifa/Brasil).

CARTÕES AMARELOS - Lucas Biglia, Acuña (Argentina); Farfán, Tapia, Paolo Guerrero (Peru).

RENDA E PÚBLICO - Não disponíveis.

LOCAL - Estádio La Bombonera, em Buenos Aires (Argentina).

A noite desta quarta-feira (30) deveria ser de festa, pois Atlético Nacional e Chapecoense fariam a primeira partida da final da Copa Sul-Americana, mas isso não aconteceu. Na madrugada dessa terça-feira (29), o avião que transportava todo o time, comissão técnica e diretoria do time catarinense, além de jornalistas e a tripulação, caiu e matou 71 pessoas.

 

Em homenagem aos mortos, torcedores foram ao estádio Atanasio Girardot, na Colômbia, e lotaram as arquibancadas. A mesma coisa aconteceu na Arena Condá, em Chapecó. Unidos pela solidariedade e pelo esporte, as homenagens foram registradas em todo o mundo. Cerca de 40 mil pessoas foram ao estádio Atanasio Girardot, palco que teria o primeiro jogo da final. Na Arena Condá, mais de 20 mil pessoas homenagearam os mortos no acidente que marca, negativamente, o futebol brasileiro.

 

A vice-campeã mundial faz uma campanha impecável na Copa América dos Estados Unidos (foto: Bob Levey/Getty Images/AFP)

Vice-campeã da Copa América do ano passado, a Argentina terá mais uma grande oportunidade de conquistar o seu 15º título continental e findar o jejum que perdura desde 1993. Nesta terça-feira, em Houston, a equipe comandada por Gerardo Martino dominou os Estados Unidos e eliminou a seleção anfitriã com uma vitória por 4 a 0, avançando à final de domingo, em Nova Jérsei. Os gols foram de Lavezzi, Messi e Higuaín (2).

Com 100% de aproveitamento na competição, a Argentina conhecerá na noite de quarta-feira o seu adversário na decisão. A Colômbia e o atual campeão Chile, que vem de uma marcante goleada por 7 a 0 sobre o México, irão se enfrentar em Chicago. O perdedor do confronto disputará o terceiro lugar com os norte-americanos no sábado, em Glendale.

O jogo – A empolgação da torcida norte-americana, que cantou alto o seu hino nacional, foi abalada em apenas três minutos. Após uma cobrança de escanteio curta, a bola sobrou fora da área para Messi, que fez o levantamento de primeira. Lavezzi apareceu sozinho pela esquerda e encobriu facilmente o goleiro Guzan com uma cabeçada.

A vantagem argentina desestruturou toda a estratégia defensiva do técnico alemão Jürgen Klinsmann. Os Estados Unidos tentaram se soltar para responder, mas não tinham criatividade nem técnica para incomodar a Argentina, que ficava com a bola na maior parte do tempo.

Messi colocou a bola no ângulo em uma bela cobrança de falta (foto: Mark Ralston/AFP)

Para piorar ainda mais a situação da seleção local, os defensores de Klinsmann eram atrapalhados. Messi carregou a bola pelo meio e passou entre dois deles aos 14 minutos. Desta vez, Guzan estava atento para defender o chute da entrada da área. Pouco depois, Higuaín saiu livre à frente do goleiro, mas acabou travado na hora da conclusão.

Com dificuldades para conter as investidas sul-americanas, os Estados Unidos deixaram o jogo mais pegado. E foi em uma cobrança de falta da Argentina que levaram o segundo gol. Aos 31 minutos, Messi cobrou de longe, com curva, e colocou a bola no ângulo oposto – Guzan estava ali, mas não alcançou.

Os últimos minutos do primeiro tempo ainda tiveram uma pequena confusão entre os irritados norte-americanos e os satisfeitos argentinos, que ouviam os seus torcedores gritarem “olé”. Nervoso, Klinsmann não se conteve no intervalo e entrou em campo para reclamar com o árbitro paraguaio Enrique Cáceres.

Antes do segundo tempo, o alemão ainda apostou na entrada do jovem Pulisic no lugar de Wondolowski, na esperança de amenizar a posse de bola de quase 70% da Argentina. Entre os torcedores, muitos já estavam mais interessados em tietar Messi – um deles chegou a invadir o campo para conseguir um autógrafo antes de a bola voltar a rolar.

O único susto da Argentina foi a contusão de Lavezzi (foto: Mark Ralston/AFP)

Em quatro minutos, a Argentina ampliou o marcador. Lavezzi recebeu a bola de Messi e cruzou na direção de Higuaín, que finalizou de primeira. Guzan deu rebote, e o centroavante não vacilou ao completar para a rede.

Tranquila, com a classificação praticamente definida, a Argentina se deu ao luxo de diminuir um pouco o ritmo. Até porque os seus jogadores começaram a se machucar. Augusto Fernández chiou de dor muscular, e Lavezzi lesionou o ombro ao cair após choque com uma placa de publicidade. Biglia e Lamela foram os substitutos.

Ainda assim, os Estados Unidos não reagiram, mantendo-se apáticos diante do seu público e sem concluir nem uma jogada sequer. Priorizando a troca de passes, a Argentina ainda se mostrou perigosa quando atacou novamente. Como aos 40 minutos, quando Higuaín bateu para o gol vazio após assistência de Messi e transformou a vitória em goleada.

FICHA TÉCNICA
ESTADOS UNIDOS 0 X 4 ARGENTINA

Local: Estádio NGR, em Houston (EUA)
Data: 21 de junho de 2016, terça-feira
Horário: 22 horas (de Brasília)
Árbitro: Enrique Cáceres (PAR)
Assistentes: Eduardo Cardozo (PAR) e Milciades Saldivar (PAR)
Cartão amarelo: Wondolowski (Estados Unidos)
Gols: ARGENTINA: Lavezzi, aos 3, e Messi, aos 31 minutos do primeiro tempo; Higuaín, aos 4 e aos 40 minutos do segundo tempo

ESTADOS UNIDOS: Guzan; Yedlin, Cameron, Brooks e Fabian Johnson; Bradley, Beckerman (Birnbaum), Zusi e Zardes; Dempsey (Nagbe) e Wondolowski (Pulisic)
Técnico: Jürgen Klinsmann

ARGENTINA: Romero; Mercado, Otamendi, Funes Mori e Marcos Rojo (Victor Cuesta); Mascherano, Augusto Fernández (Biglia) e Banega; Higuaín, Messi e Lavezzi (Lamela)
Técnico: Gerardo Martino

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