O Palmeiras assumiu a liderança do Grupo B do Campeonato Paulista na tarde deste domingo. No Estádio Palestra Itália, o Verdão ganhou por 4 a 1 do Capivariano, equipe de pior campanha no torneio estadual, e passou a ocupar o primeiro lugar de sua chave.

 

Escalados como titulares, Cristaldo e Allione, algozes do Rosario Central pela Copa Libertadores na quinta-feira, voltaram a marcar. O triunfo sobre o Capivariano é o primeiro do Palmeiras em casa no Campeonato Paulista após duas derrotas e dois empates. O time alviverde não vencia dois jogos seguidos como mandante desde setembro de 2015.

Com o triunfo, o Palmeiras chega aos 12 pontos e lidera o Grupo B do Campeonato Paulista. Já o Capivariano, com apenas quatro, está na lanterna do Grupo C. Na nona rodada, às 16 horas (de Brasília) de domingo, o time alviverde enfrenta o São Paulo (no Pacaembu) e a equipe do interior recebe o Novorizontino.

O próximo compromisso do Palmeiras, pela terceira rodada da Copa Libertadores, está marcado para as 21h45 (de Brasília) de quarta-feira, contra o Nacional, no Palestra Itália. Neste domingo, com gols de Allione, Thiago Martins, Cristaldo e Alecsandro, a equipe palestrina deixou a torcida mais animada, apesar da fragilidade do Capivariano.

O Jogo – O Palmeiras dominou as ações desde o começo da partida e saiu na frente logo aos sete minutos do primeiro tempo. Lucas desceu pela direita e cruzou para Cristaldo. O centroavante argentino protegeu a bola e ajeitou para finalização certeira do compatriota Allione.

Aos 21 minutos, pouco depois de o sistema de som informar o primeiro gol do Santos sobre o Corinthians na Vila Belmiro, a torcida palmeirense quase comemorou novamente. Egídio cobrou escanteio pela esquerda e Thiago Santos cabeceou no travessão.

Colocado no lugar de Wigor, Rodolfo empatou para a equipe visitante aos 29 minutos do primeiro tempo. Após cruzamento vindo da esquerda, absolutamente livre, o jogador do Capivariano completou diante do goleiro Fernando Prass. O lateral Egídio, como de costume, apenas assistiu.

Após alguns momentos de instabilidade pelo gol sofrido em falha da defesa, o Palmeiras retomou a vantagem no marcador cinco minutos antes do final do primeiro tempo. Egídio cobrou falta pela esquerda, a bola desviou no zagueiro Thiago Martins e entrou.

O Palmeiras aumentou a vantagem logo no começo do segundo tempo. Dudu avançou pela direita e cruzou. A bola desviou em Maguinho antes de trocar na trave e o árbitro Vinicius Gonçalves Dias Araujo marcou pênalti. Cristaldo cobrou com força e marcou o terceiro gol do Palmeiras.

Aos 23 minutos, Rafael Bonfim, já advertido com o amarelo, acabou expulso por cometer falta em Dudu. Marcelo Oliveira trocou Lucas por Arouca, Rafael Marques por Erik e Cristaldo por Alecsandro. O argentino, que marcou nos últimos três jogos, deixou o gramado ovacionado. O volante Gabriel, recuperado de lesão, acabou não entrando.

O Palmeiras fechou a goleada quatro minutos antes do final do tempo regulamentar. Após boa reposição do goleiro Fernando Prass, Allione recebeu de Dudu e chutou. Alecsandro aproveitou o rebote do goleiro Pedro Henrique e mandou para o fundo das redes.

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 4 X 1 CAPIVARIANO

Local: Estádio Palestra Itália, em São Paulo (SP)
Data: 6 de março de 2015, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araujo (SP)
Assistentes: Bruno Salgado Rizo e Gustavo Rodrigues de Oliveira (ambos de SP)
Público: 21.499 pagantes
Renda: R$ 915.440,54
Cartões amarelos: Lucas e Thiago Martins (PAL); Rafael Bonfim e Maguinho (CAP)
Cartão vermelho: Rafael Bonfim (CAP)
Gols:
PALMEIRAS: Allione, aos 7, e Thiago Martins, aos 40 minutos do 1º Tempo, Cristaldo, aos 3 minutos, e Alecsandro, aos 41 minutos do 1º Tempo
CAPIVARIANO: Rodolfo, aos 29 minutos do 1º Tempo

PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas (Arouca), Thiago Martins, Vitor Hugo e Egídio; Thiago Santos e Jean; Allione, Dudu e Rafael Marques (Erik); Cristaldo
Técnico: Marcelo Oliveira

CAPIVARIANO: Pedro Henrique; Oliveira (Kleiton Domingues), Rafael Bonfim, Bruno Maia e Alex Barros; Maguinho, Samuel, Wigor (Rodolfo) e Jácio; Chico e Jean (Everton Dias)
Técnico: Roberto Fernandes

Deu a lógica e o Coritiba é o campeão paranaense pela 38ª vez em sua história. Neste domingo, o Coxa poderia até mesmo perder por dois gols de diferença no Couto Pereira, mas não deu chances ao Atlético-PR, jogou melhor durante todo o jogo e conquistou o título com um empate sem gols.

Com a vantagem pelo 3 a 0 imposto na Arena da Baixada, o Couto Pereira estava cheio de confiança pela conquista do campeonato estadual pelo Coxa. Antes dos 25 minutos da segunda etapa, a torcida alviverde, fazendo grande festa com luzes e bandeiras, já gritava “Olé” e “É campeão”.

Com moral pelo título, o Coritiba terá uma semana para treinar após a comemoração, focando na estreia do Campeonato Brasileiro. O primeiro desafio do Alviverde será na segunda-feira (20), às 20h (de Brasília), contra o Atlético-GO no Couto Pereira.

Além do título do Coxa, o jogo deste domingo marcou ainda a primeira final transmitida pela internet por meio de canais oficiais dos dois clubes envolvidos no Brasil. Atlético-PR e Coritiba deram acesso livre ao jogo ao vivo por meio de suas contas no Youtube e Facebook.

O vice-campeonato paranaense e a apatia durante os 90 minutos complicam ainda mais a sequência do Atlético-PR. Antes deste domingo, o Furacão já havia amargado duas derrotas em casa, contra o próprio Coritiba, no jogo de ida da final estadual, e contra o San Lorenzo, pela Copa Libertadores, ambas por 3 a 0.

Como consolo a um dos atleticanos, o goleiro Weverton pode celebrar não ter sido vazado na partida. Sem participar tanto do jogo, o goleiro apareceu bem quando foi exigido e mostrou serviço a Taffarel, auxiliar de Tite na Seleção Brasileira e responsável pela indicação dos arqueiros convocados para a amarelinha.

O JOGO

Apesar de poder perder por até dois gols de diferença, o Coritiba começou no ataque no Couto Pereira. A primeira oportunidade veio aos 10 minutos, quando Juninho fez o passe para Anderson, que avançou em velocidade pela esquerda e tocou para Kleber. O Gladiador bateu de primeira, mas a bola foi por cima do gol de Weverton.

O Atlético-PR pecava muito nos passes e não conseguia criar chances de gol, apesar da necessidade de marcar. Já o Coritiba fazia uma forte marcação no meio-campo, mas se limitava a defender, já que a formação coxa-branca tinha na frente Iago, Kleber e Neto Berola, que entrou logo no início na vaga de Iago.

Quando a partida já ficava morna, o Coritiba construiu sua melhor oportunidade da primeira etapa. Kleber recebeu lindo passe de Anderson e invadiu a área pela esquerda. O Gladiador finalizou rasteiro, mas Weverton saiu bem e fez a defesa. Na sequência, o centroavante ficou com a sobra e, sem ângulo, tocou para trás. Anderson chegou batendo de primeira, mas a bola foi desviada e acabou indo pela linha de fundo.

A única chegada do Furacão foi aos 45 minutos. Rossetto cobrou falta direta para o gol e quase encobriu Wilson, que precisou se esticar todo para dar um tapinha e tirar.

Atlético-PR tenta pressionar no segundo tempo, mas não marca

Se no primeiro tempo o Furacão praticamente assistiu ao Coxa jogar, a segunda etapa foi bastante diferente e o Rubro-Negro ao menos pressionou pelo gol. Logo aos cinco minutos, Crysan puxou o ataque pela esquerda, passou pelo marcador e chutou cruzado para o gol, mas mandou a bola para fora.

Com 12 jogados, os visitantes ficaram muito próximos de abrir o placar. Anderson cobrou falta na área, Wanderson desviou e não conseguiu afastar, e a bola sobrou para Grafite. Quando o centroavante ia bater, o goleiro Wilson saiu bem e cortou o lance com o pé.

Como não poderia deixar de ser, o Atletiba também teve discussões e empurra-empurra em campo. Primeiro, Kleber e Wanderson dividiram, o rubro-negro ficou alegando uma cotovelada e o tempo fechou. Depois, foi a vez de Werley e Sidcley se estranharem, mas a confusão foi novamente contida.

Na reta final, o Coritiba ainda assustou mais duas vezes. Aos 39, a equipe puxou contra-ataque de três contra dos, Henrique Almeida avançou pela direta e virou o jogo para Anderson, que encheu o pé, mas Weverton saiu bem da pequena área e bloqueou o chute.

Logo em seguida, foi a vez de Anderson retribuir o presente a Henrique Almeida. O atacante entrou na área pelo lado direito, mas demorou, perdeu ângulo e finalizou. Bem colocado, Weverton defendeu no último lance de perigo da partida.

FICHA TÉCNICA
CORITIBA 0 X 0 ATLÉTICO PARANAENSE

Local: estádio Major Antônio Couto Pereira, em Curitiba (PR)
Data: 07 de abril de 2017, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Adriano Milczvski
Assistentes: Bruno Boschilia e Ivan Carlos Bohn

Cartões amarelos: Kleber e William Matheus (COR); Crysan e Otávio (ATL)

CORITIBA: Wilson; Rodrigo Ramos (Walisson Maia), Werley, Juninho e William Matheus; Alan Santos, Galdezani e Anderson; Iago (Neto Berola) (Jonas), Kleber e Henrique Almeida
Técnico: Pachequinho

ATLÉTICO-PR : Weverton; Gustavo Cascardo; Wanderson, Marcão e Sidcley; Otávio, Matheus Rosseto, Lucho González (Eduardo Baptista) e João Pedro (Yago); Crysan e Grafite
Técnico: Paulo Autuori

Não é de hoje que os torcedores daArgentinagostam de provocar os donos da casa em competições oficiais. Se em 2014, durante a Copa do Mundo, os alvos foram os brasileiros com ohit'Brasil, decime que se siente', agora chegou a vez dos Estados Unidos serem ironizados em música temática para a Copa América Centenário.

Intitulada como 'Copa Centenario es mi obsesión', a canção de 2016 vai além das quatro linhas e recorda fatos históricos como a figura deErnesto 'Che' Guevara, líder da revolução comunista em Cuba nos anos 50 que utilizou-se da guerrilha para derrubar um governo apoiado pelos Estados Unidos no país.

O trecho"si vos no tenés los huevos que tiene el Che" ("Se vocês não têm os colhões que teve Che") faz referência ao líder em tom de provocação. Na música, também existem referências ao desejo de ser campeão daCopa América Centenárioe a confiança em Lionel Messi para levar a Argentina ao título que não vem desde 1993.

Confira a letra:

"Y dale alegría, alegría a mi corazón
la Copa Centenario es mi obsesión. 
Copamos Santa Clara con la ilusión 
de llevarnos esta Copa y salir campeón. 
¿Qué vas a hacer? 
si vos no tenés los huevos que tiene el Che.
Y sí Señor, de la mano de Leo Messi saldré campeón".

"E dale alegría, alegría ao meu coração
A Copa Centenario é minha obsessão. 
Invadimos Santa Clara com a ilusão 
de levarmos essa Copa e sair campeão. 
O que vai fazer? 
Se vocês não têm os colhões que teve Che.
E sim, senhor, das mãos de Leo Messi sairemos campeões".

Em um 'apagão', o Atlético deixou escapar a vitória contra o Universidad Católica nos minutos finais e ficou apenas no empate em 2 a 2. O time atleticano abriu dois a zero na partida e, em três minutos no final da partida, viu o time chileno aproveitar os erros defensivos e empatar a partida. O resultado frustrou a torcida atleticana presente na Arena da Baixada, em Curitiba, na noite desta terça-feira (7).

(Foto: Marco Oliveira/Site Oficial) - Atlético abre dois de vantagem, mas cede empate e frustra a torcida

Os gols da partida foram marcados por Lucho González e Nikao, para o Atlético, e Llanos e Noir para o Universidad Católica. 

Na próxima rodada o Atletico encara o San Lorenzo, quarta-feira (15), às 19h30, na Argentina. O U. Católica recebe o Flamengo, no mesmo dia, às 21h45.

O clima na Arena Barueri não traduziu a importância da partida, a primeira de Rogério Ceni em solo brasileiro como técnico. Diante de meros 2.219 espectadores, o São Paulo acabou derrotado por 4 a 2 neste domingo em sua estreia no Campeonato Paulista para o Grêmio Osasco Audax, atual vice-campeão do torneio, que impôs o primeiro revés do ex-goleiro em sua nova função.Contra o Audax, Rogério Ceni amargou sua primeira derrota como técnico do São Paulo (Foto: Fernando Dantas/ Gazeta Press)

 

Com sua tradicional posse de bola, o Audax abriu 2 a 0 em nove minutos de jogo, aproveitando-se das falhas da defesa do Tricolor, que buscou o empate no final do primeiro tempo graças ao atacante Andres Chavez.

Na etapa final, o time de Rogério Ceni errou muitos passes, pecou na organização e sofreu mais dois gols do time osasquense, que começa o Paulista mostrando que pode repetir ou melhorar a campanha do ano passado, quando já havia goleado o São Paulo por 4 a 1 nas quartas de final.

As arquibancadas vazias foram um reflexo da política de preços de ingressos adotada pelo presidente do Audax Vampeta. O ex-jogador do Corinthians vendeu entradas a partir de R$ 100. Havia setores destinados à torcida visitante custando R$ 140. Foi o que motivou o boicote bem-sucedido dos tricolores.

Pelo Estadual, o Tricolor volta a campo no próximo domingo, às 17 horas (de Brasília), quando enfrenta a Ponte Preta no primeiro jogo de Rogério Ceni como técnico no Morumbi. Antes, porém, encara o Moto Club no Maranhão, pela primeira fase da Copa do Brasil, na quinta-feira, às 21h30. O Audax tem programação parecida: na quarta, às 20h30, recebe o América-RN em Osasco pelo torneio nacional, enquanto visita o Linense às 17 horas no sábado, pela segunda rodada do Paulistão.

O jogo – O São Paulo começou melhor e teve a primeira oportunidade da partida, com Luiz Araújo, que passou pelo marcador na esquerda e obrigou Felipe Alves a fazer grande defesa. No entanto, com a sua famosa troca de passes, o Audax inaugurou o marcador em sua primeira descida ao ataque.

Aos cinco minutos, após Douglas e Buffarini se atrapalharem ao tentar afastar uma bola, Marquinho pegou a sobra na direita e chutou no ângulo de Sidão. Completamente desorganizado defensivamente, o Tricolor levou o segundo gol após linda tabela do Audax, que contou com dois passes de calcanhar pela direita, terminando na finalização perfeita de Pedro Carmona.

Perdidos em campo, os são-paulinos só corriam atrás da bola, tocada de pé em pé pelos jogadores do Audax. A situação piorou quando Wellington Nem sentiu a coxa e teve de ser substituído por Cícero. Com a mudança forçada, o meio-campo tricolor melhorou em termos de posicionamento e criação.

Tanto que aos 29 minutos Rogério Ceni pôde comemorar o primeiro gol de seus comandados no ano: Cueva deu lindo passe rasteiro, a bola passou entre os zagueiros, e encontrou Chavez livre, na cara do gol. O argentino tocou na saída do goleiro e diminuiu para o Tricolor, que não demorou a empatar.

Sete minutos depois, Rodrigo Caio avançou com liberdade pelo meio e tocou para Chavez na ponta esquerda. O camisa 9 bateu no canto, sem chances para Felipe Alves. O São Paulo terminou melhor o primeiro tempo e só não foi ao vestiário em vantagem porque a cobrança de falta de Cueva explodiu no travessão.

Embalado pelo fim da etapa inicial, o São Paulo voltou melhor para os últimos 45 minutos. Pressionando a saída do Audax, Thiago Mendes roubou a bola e tocou para Chavez. Livre, o atacante teve o chute interceptado pelo carrinho do marcador. O castigo pelo gol perdido veio logo depois.

Aos nove minutos, o zagueiro Felipe Rodrigues ganhou de Bruno no alto, após cobrança de escanteio, e testou no canto direito de Sidão, marcando o terceiro do time de Osasco.

Na busca pelo empate, o Tricolor se lançou à frente e deu espaço para os contra-ataques. Em um deles, Gabriel Leite sofreu pênalti cometido por Buffarini. Na cobrança, Pedro Carmona bateu no canto esquerdo de Sidão, deslocando o goleiro são-paulino.

FICHA TÉCNICA
AUDAX 4 X 2 SÃO PAULO

Local: Arena Barueri, em Barueri (SP)
Data: 5 de fevereiro de 2017, domingo
Horário: 17 horas (de Brasília)
Árbitro: Vinícius Gonçalves Dias Araújo (SP)
Assistentes: Miguel Cataneo Ribeiro e Gustavo Rodrigues Oliveira (ambos de SP)
Público: 2.219 pagantes
Renda: 
R$ 102.288,00
Cartão Amarelo: 
Rodrigo Caio (São Paulo); Pedro Carmona e André Castro (Audax)

GOLS:

AUDAX: Marquinho, aos 5 minutos do primeiro tempo; Pedro Carmona, aos 9 minutos do primeiro tempo, e aos 29 minutos do segundo tempo; Felipe Rodrigues, aos 9 minutos do segundo tempo
SÃO PAULO: Andres Chavez, aos 29 e 36 minutos do primeiro tempo

AUDAX: Felipe Alves; Felipe Rodrigues, André Castro e Betinho; Léo Artur e Pedro Carmona, Danielzinho e Marquinho; Hugo, Denilson e Ytalo
Técnico: Fernando Diniz

SÃO PAULO: Sidão; Bruno, Maicon, Douglas (João Schmidt) e Buffarini; Rodrigo Caio, Thiago Mendes e Cueva; Wellington Nem (Cícero), Luiz Araújo e Andres Chavez (Gilberto)
Técnico: Rogério Ceni

O Atlético Paranaense anunciou mais um reforço para a temporada 2017. O meia Carlos Alberto, que tem passagens por clubes como Porto [Portugal], Werder Bremen [Alemanha] e outras equipes do futebol brasileiro, assinou contrato com o Furacão até o final deste ano.

“Eu chego com uma impressão muito boa e muito positiva. Vejo o Atlético Paranaense como postulante a conquistas esse ano. Sempre foi difícil jogar na Arena. Com o apoio da torcida, o Atlético vira gigante e é muito difícil de ser batido. Então, estou muito feliz de estar a favor agora”, disse o jogador ao site oficial do clube.

No rubro-negro, o jogador utilizará a camisa 19 e disputará a Copa Libertadores da América pela quinta vez. “As expectativas serão as melhores possíveis. Não vejo a hora de vestir a camisa. Mas para isso, vamos fazer toda a preparação que está sendo muito bem conduzida. Vamos nos preparar bem e a torcida vai gostar do que verá em campo”, ressaltou o meia, que atuou na competição por Corinthians, São Paulo, Grêmio e Vasco da Gama.

Carlos Alberto reencontrará o técnico Paulo Autuori, com quem trabalhou no Vasco da Gama, em 2013. “Estou muito contente de trabalhar com o Paulo [Autuori] novamente. Além de ser um treinador fantástico, é uma excelente pessoa. Ele é um gestor de pessoas e as coisas funcionam bem. A metodologia de trabalho é bem fácil de se adaptar”, afirmou.

Com a base da equipe mantida e a chegada de novos jogadores, o meia acredita em uma temporada de sucesso para o Furacão. “É uma boa mescla com jogadores jovens e experientes. Os experientes precisam assumir algumas coisas para dar tranquilidade aos jovens. E temos tudo para fazer um bom ano”, finalizou Carlos Alberto, quinto reforço do Rubro-Negro para 2017.

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