O atacante Robinho foi condenado nesta quinta-feira a nove anos de prisão, na Itália, após ter sido acusado de cometer "violência sexual" em conjunto com outras cinco pessoas contra um jovem albanesa de 22 anos, em crime que supostamente ocorreu no dia 22 de janeiro de 2013, em uma boate de Milão. Na época, o jogador defendia o Milan.

(Foto: Bruno Cantini / Atlético) - Acusado de violência sexual, Robinho é condenado a nove anos de prisão

A informação foi divulgada pelos veículos de imprensa italianos, que noticiaram que a juíza Mariolina Panasiti, da nona seção do Tribunal de Milão, sentenciou o brasileiro de 33 anos, hoje atleta do Atlético-MG, com esta pena após a promotoria ter pedido por uma condenação de dez anos de prisão.

A sentença foi aplicada em primeira instância e, por isso, cabe recurso contra a mesma. E, de acordo com relatos da imprensa italiana, esta pena é colocada em suspenso (sem a necessidade de seu cumprimento) até o julgamento da apelação da defesa em segunda instância.

Pouco depois da divulgação desta condenação, o atacante negou ter cometido este crime por meio de um comunicado distribuído nesta quinta, no qual foi defendido por sua advogada e representante, Marisa Alija. "Sobre a notícia envolvendo o atacante Robinho, em um fato ocorrido há alguns anos, esclarecemos que ele já se defendeu das acusações, afirmando não ter qualquer participação no episódio. Todas as providências legais já estão sendo tomadas acerca desta decisão em primeira instância", afirmou.

No caso, Robinho negou pela primeira vez a sua participação neste suposto crime de violência sexual em outubro de 2014, quando surgiu a informação de que estava sendo investigado na Itália. E agora ele reafirmou o que já havia dito anteriormente. "Robinho lamenta o episódio, que é levantado sem qualquer fundamento, justamente em um período que atravessa uma boa fase profissional, pessoal e familiar", disse o comunicado desta quinta.

Para completar, a defesa de Robinho aproveitou para lembrar que o jogador conseguiu provar anteriormente que foi vítima de uma falsa acusação de estupro em 2009, quando defendia o Manchester City. Naquela época, uma jovem o acusou deste tipo de abuso numa boate de Leeds, na Inglaterra. Após investigação policial, vídeos captados por câmeras do local comprovaram que a jovem em questão estava mentindo.

"Em relação ao caso de Londres, fato não apurado profundamente pela imprensa e lembrado agora de forma oportunista, Robinho informa que foi acusado de forma leviana e mentirosa; sendo que, após investigação policial (concluída), foi comprovada a sua inocência, e, em contrapartida, a autora da falsa acusação foi denunciada pela polícia londrina e responde processo pelo crime de falsa acusação e calúnia", destacou o comunicado, que em seguida finalizou: "Robinho afirma que, apesar de revoltado, está muito bem amparado pela família e em Deus. Ele agradece a todos que torcem por ele, que conhecem sua índole, e, portanto, sabem que jamais cometeria tal ato".

Jogador do Brasil em duas Copas do Mundo, em 2006 e 2010, Robinho iniciou a sua trajetória no futebol europeu no Real Madrid, que defendeu entre 2005 e 2008, quando foi contratado pelo Manchester City, pelo qual atuou até 2010. Em seguida, após breve período de empréstimo ao Santos, para onde voltou para a sua segunda passagem pelo clube, o atacante foi contratado pelo Milan, no qual ficou até 2014, ano em que retornou novamente ao time santista por empréstimo.

Em 2015, deixou o clube que o revelou para o futebol pela última vez e foi para o Guangzhou Evergrande, da China, onde amargou fraco desempenho antes de ser contratado no ano passado pelo Atlético-MG.

O Água Sant a aproveitou as falhas defensivas do Palmeiras para golear nesse domingo de Páscoa (Foto: Reprodução) Cesar Greco/Ag Palmeiras/Divulgação

O Água Santa não perdeu tempo e aproveitou a goleada por 4 a 1 sobre o Palmeiras, em Presidente Prudente, para tripudiar sobre a equipe da capital. Em postagem na página do clube no Facebook, o time de Diadema desejou uma “feliz Páscoa com bastante chocolate para toda torcida do Netuno”. No jargão do futebol, a expressão “chocolate” é utilizada quando um jogo termina com placar elástico.

A brincadeira do Água Santa foi publicada minutos depois do jogo disputado nesse domingo de Páscoa. Em partida desastrosa do setor defensivo do Palmeiras, a equipe de Diadema chegou aos quatro gols com gols de Gustavo, aos 34, Everaldo, aos 44, e Bruninho, aos 48 minutos do primeiro tempo, e com um gol contra de Roger Carvalho, aos 22 minutos do segundo tempo, para conquistar os três pontos. O Verdão marcou aos 43 da etapa inicial, em pênalti contestável convertido por Robinho.

O Palmeiras não está entre os dois primeiros colocados de seu grupo no Paulistão, estacionado nos 15 pontos, a três da zona de rebaixamento. O time volta a entrar em campo às 20h30 (de Brasília) de quinta-feira, contra o Rio Claro, no Pacaembu.

 
 

 

Não foi nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro que o Brasil voltou a ter uma dupla campeã no vôlei de praia feminino. Na madrugada desta quinta-feira, Ágatha e Bárbara Seixas em nenhum momento conseguiram fazer uma final parelha com as alemãs Laura Ludwig e Kira Walkenhorst, que venceram a decisão por 2 sets a 0, com parciais de 21/18 e 21/14, na lotada quadra montada na areia da praia de Copacabana.

O terceiro lugar do pódio ficou para as norte-americanas Kerri Walsh, tricampeã olímpica, e April Ross, vencedoras da disputa pelo bronze diante das locais Larissa e Talita, por 2 sets a 1, de virada, parciais de 17/21, 21/17 e 15/9.

Esta é a primeira vez que a Alemanha conquista um ouro olímpico do vôlei de praia feminino. O Brasil, por sua vez, tem o jejum de títulos na modalidade estendido, já que as últimas campeãs pelo País foram Jacqueline Silva e Sandra Pires em Atlanta 1996, justamente em uma final entre brasileiras.

De quebra, Ludwig e Walkenhorst deixam a capital fluminense com o título de grandes algozes do Brasil. Isso porque, antes de bater as atuais campeãs do mundo na final, a parceria germânica já havia eliminado Larissa e Talita, líderes do ranking mundial, nas semifinais.

Além disso, o vice-campeonato na areia carioca é a quarta medalha de prata do Brasil e o primeiro pódio germânico no vôlei de praia feminino olímpico. Ágatha e Bárbara acumularam cinco vitórias e duas derrotas em suas estreias no maior evento esportivo do mundo, enquanto Ludwig e Walkenhorst, que marcaram sete pontos de bloqueio, conquistaram o ouro de maneira invicta.

 Ludwig e Walkenhorst faturam a primeira medalha de ouro para a Alemanha no vôlei de praia feminino olímpico (Foto: Yasuyoshi Chiba/AFP)http://www.gazetaesportiva.com/wp-content/uploads/imagem/2016/08/18/000_F65HS-360x247.jpg 360w, 

O equilíbrio foi a tônica da partida até a metade do primeiro set, com ambas as parcerias se alternando na liderança do placar. No entanto, as alemãs se acertaram defensivamente e abriram 16 a 13. As brasileiras, nervosas em quadra e errando passes, não conseguiram encostar no placar e perderam a primeira parcial por 21/18.

O segundo set começou como terminou o primeiro: com as germânicas impecáveis na defesa, muito em função de Walkenhorst, que crescia nos bloqueios sobre Ágatha e Bárbara. Em pouco minutos, as europeias abriram 6 a 1, aumentando a tensão na dupla brasileira.

Nervoso na areia de Copacabana, o time verde e amarelo passou a forçar os saques, muitos deles mandados para fora ou na rede. Dessa forma, foi questão de tempo para o time alemão, muito alto e forte na rede, fechar tranquilamente a final com 21/14.

Em sua possível despedida do São Paulo, o técnico Edgardo Bauza não foi presenteado por seus jogadores. Um dos favoritos a assumir a seleção argentina, o Patón viu, na tarde deste domingo, o Tricolor ser dominado pelo Grêmio, que venceu por 1 a 0, com gol do veterano Douglas, em duelo válido pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro. De quebra, a agremiação gaúcha venceu o clube do Morumbi pela primeira vez em sua nova arena, em quatro confrontos disputados.

O Grêmio derrotou o São Paulo pela primeira vez em sua nova arena (Foto: Lucas Uebel/Grêmio)

Com o resultado, o Grêmio cola no Corinthians, com 30 pontos, mas segue na terceira colocação. O Alvinegro mantém a vice-liderança por causa do saldo de gols: 14 a 7. O Palmeiras, apesar da derrota para o Atlético-MG, persiste na ponta, com 32. O São Paulo, por sua vez, se distancia do G4 do torneio nacional, continuando no nono lugar, com 22 pontos.

Sem Giuliano, vendido ao russo Zenit, o Tricolor gaúcho dominou o paulista nas duas partes do jogo. Tanto que o jogador do São Paulo que mais trabalhou foi Denis, fazendo pelo menos cinco boas defesas. O prêmio gremista veio aos sete minutos da segunda etapa, quando Douglas, de 34 anos, aproveitou rebote do goleiro são-paulino para fazer o único gol da partida.

Agora, as duas equipes terão a semana inteira para trabalhar. O próximo compromisso do São Paulo será a Chapecoense, no domingo, às 11 horas (de Brasília), no Morumbi. Já o Grêmio irá a Belo Horizonte enfrentar o lanterna América-MG, no mesmo dia, mas às 18h30.

Denis fecha o gol e mantém placar zerado

Querendo se aproveitar dos tropeços de Corinthians e Palmeiras, o Grêmio tomou a iniciativa e exerceu a tradicional pressão no início da partida. Nos primeiros 15 minutos, o time gaúcho chegou com perigo em cinco oportunidades, sendo duas delas com o equatoriano Miller Bolaños, obrigando o goleiro Denis trabalhar para evitar o gol adversário.

A partir de então, o Tricolor gaúcho diminuiu o ritmo, mas voltaria a ameaçar a meta de Denis aos 23, quando o lateral esquerdo Edilson cobrou falta frontal, cometida por Lugano. O goleiro são-paulino, no entanto, pulou para escantear a bola.

Diante da dificuldade de seu time armar os contra-ataques, Edgardo Bauza trocou Cueva e Michel Bastos de posição: o peruano passou a jogar pela ponta esquerda, enquanto o camisa 7 ficou mais centralizado. A medida se mostrou ineficiente muito em função da marcação alta aplicada pela equipe de Roger Machado, que insistia em jogas pelo lado esquerdo, setor protegido por Bruno e Lugano.

Assim, o Patón voltou à formação original e, dessa forma, o São Paulo chegou com perigo pela primeira vez no jogo. Aos 34 minutos, Michel Bastos fez ótima tabela com Cueva, mas a finalização foi providencialmente travada pelo zagueiro Geromel. Antes do intervalo, Denis voltaria a sujar o uniforme. Cueva perdeu a bola na esquerda, Bolaños avançou para o meio e bateu forte de fora da área. O arqueiro tricolor saltou e espalmou, mantendo a igualdade no placar.

Água mole em pedra dura…

A segunda etapa começou de modo parecido ao que terminou a primeira: com pressão gremista. Em uma saída errada de Mena pela esquerda, aos quatro minutos, Bolaños aproveitou bate-rebate na área paulista e finalizou de bico. A bola passou raspando a trave direita de Denis.

De tanto insistir, os mandantes conseguiram inaugurar o placar na Arena do Grêmio. Aos sete, Bolaños passou para Maicon na entrada da área, o meio-campista chutou rasteiro de esquerda e Denis se esticou para espalmar para o meio. No rebote, Douglas apareceu sozinho para estufar as redes são-paulinas.

Mas nem por isso o Tricolor paulista cresceu no jogo. Dominado por um elétrico Grêmio, o time de Bauza por pouco não levou o segundo aos 15 minutos, com Negueba, que bateu colocado de fora da área. Denis pulou bem para mandar a bola pela lateral.

Aos 26, quase o segundo de Douglas e do Grêmio. O meia arriscou chute cruzado pela esquerda e Denis, de modo estranho, espalmou e a bola quase entrou em sua meta. Precisando mexer no time para buscar o empate, Bauza promoveu as entradas de Kelvin e do jovem Pedro Bortoluzo nos lugares de Gilberto e Centurión.

No entanto, a situação ficaria ainda mais difícil logo em seguida, quando Mena fez falta dura por trás em Negueba e foi expulso dois minutos depois de ter recebido o primeiro cartão amarelo.  Dessa forma, o Tricolor paulista não conseguiu reunir forças para buscar o empate e, se não fosse por Denis, o placar seria mais elástico, já que o goleiro fez bela defesa aos 41 minutos em chute rasteiro de Maicon.

FICHA TÉCNICA
GRÊMIO 1 X 0 SÃO PAULO

Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS)
Data: domingo, 24 de julho de 2016
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Héber Roberto Lopes (SC)
Assistentes: Nadine Bastos e Helton Nunes (ambos de SC)
Cartão Amarelo: Lugano, Thiago Mendes e Mena (São Paulo)
Cartão Vermelho: 
Mena (São Paulo)

GOLS:

GRÊMIO: Douglas, aos sete minutos do segundo tempo

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Edílson, Geromel, Wallace Reis e Iago; Maicon, Jaílson, Negueba (Kaio), Douglas (Henrique Almeida) e Everton (Pedro Rocha); Miller Bolaños.
Técnico: Roger Machado

SÃO PAULO: Denis; Bruno, Lugano, Maicon e Mena; Thiago Mendes, Wesley, Centurión (Pedro), Cueva e Michel Bastos; Gilberto (Kelvin).
Técnico: Edgardo Bauza

Criada em Paranaguá, onde tem um projeto social de vôlei, Ágatha é, junto com Bárbara, a atual campeã do circuito mundial, além de ter conquistado a Copa do Mundo 2015, realizada na Holanda

A curitibana Ágatha Bednarczuk, atleta apoiada pelo programa Talento Olímpico do Paraná, do Governo do Estado, disputou a final do vôlei de praia nos Jogos Rio 2016. Ela e a parceira, a carioca Bárbara Seixas, enfrentam a dupla Ludwig/Walkenhorst, da Alemanha,.

Criada em Paranaguá, onde tem um projeto social de vôlei, Ágatha é, junto com Bárbara, a atual campeã do circuito mundial, além de ter conquistado a Copa do Mundo 2015, realizada na Holanda. O resultado garantiu à dupla a vaga para a Olimpíada. 

Ágatha faz parte de um total de 33 atletas e paratletas, em 19 diferentes modalidade, que se classificaram para os jogos no Rio de Janeiro. Para chegar à final, as brasileiras precisaram vencer uma lenda do esporte, a americana Kerri Walsh, tricampeã olímpica, que jamais havia perdido sequer uma partida em Olimpíada - eram 26 jogos invicta, com apenas dois sets perdidos. Até o encontro com Ágatha e Bárbara.

MAIOR PROGRAMA – O Talento Olímpico do Paraná - TOP 2016 – é o maior programa estadual de incentivo ao esporte do País, criado pelo governo paranaense e patrocinado pela Copel. Além dos 12 bolsistas paranaenses, o TOP 2016 levou ao Rio outros quatro representantes nascidos em outros estados, mas federados no Paraná, fechando um total de 16 atletas. O TOP 2016 também terá 17 bolsistas na Paralimpíada. (foto: Instagram)

Nico Rosberg conquistou sua segunda vitória na temporada e a quinta seguida neste domingo, já que também levou as últimas três corridas de 2015. Com o resultado a Mercedes segue soberana na Fórmula 1 e vê a Ferrari, sua maior ameaça, se distanciar da liderança no campeonato de construtores. No entanto, a boa campanha inicial não ilude Rosberg, que acredita em uma volta por cima da escuderia italiana nas próximas disputas.

“Precisamos continuar evoluindo, porque eles ainda não mostraram do que são capazes ainda, está claro que tiveram alguns percalços que custaram muito caro a eles. Não vimos a verdadeira Ferrari ainda. Precisamos ser cautelosos, já que eles chegarão fortes até nós”, disse Rosberg, mantendo os pés no chão após a vitória.

Rosberg também comentou sobre seu companheiro de equipe, Lewis Hamilton, que após conquistar a poleposition no Bahrein fez uma largada ruim e perdeu importantes posições, que o custaram preciosos pontos na disputa pelo título da atual temporada. O alemão declarou que não se ilude com o fracasso do rival e está concentrado em fazer seu trabalho.

“Não estou me aproveitando de suas falhas, estu realmente focado em fazer o meu trabalho, fazendo um início perfeito como fiz hoje e o vencendo desta maneira. É isso que quero fazer por enquanto, mas Lewis irá retornar, sei o quão forte ele tem sido nos últimos dois anos”, declarou o vice-campeão mundial em 2015.

Já Lewis Hamilton assegurou que não está preocupado com o seu início de temporada. Após a segunda colocação no Grande Prêmio da Austrália e o terceiro lugar no Bahrein, o piloto britânico é o vice-líder do campeonato, com 33 pontos. Rosberg é o líder com 50.

“Na Austrália tiva um problema de embreagem, enquanto que no Bahrein não houve nenhum problema. É algo que iremos fixar para a próxima corrida. Não penso que será um problema. O segredo é saber lidar com todo o processo. Não foi inteiramente minha culpa, mas no final foi minha reação que acabou fazendo eu perder tempo hoje”, analisou Hamilton.

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