A Operação Riquixá apura a existência de organização criminosa no segmento de concessão de transporte coletivo.

Paulo Mac Donald, ex-prefeito de Foz do Iguaçu foi conduzido coercitivamente pelo Gaeco nesta manhã (29). Ele prestou informações como depoente ao Ministério Público que apura irregularidades em contratos do transporte coletivo. A Operação Riquixá apura a existência de organização criminosa no segmento de concessão de transporte coletivo urbano.

A última licitação de Foz do Iguaçu no setor de transporte foi em 2010, época em que o prefeito era Paulo. Na casa dele, agentes do Gaeco, recolheram documentos. Segundo o advogado do ex- prefeito, ele foi convidado para explicar como funcionava o setor de licitações na época dele.

Paulo Mac Donald Ghisi foi prefeito de Foz do Iguaçu durante oito anos entre os anos 2005 e 2012.

Além do ex-prefeito, também foram convocados, o ex-funcionário da prefeitura, Lincon Barro de Souza e os empresários do transporte, Cesar Alamini e Erminio Gatti que chegou acompanhado do advogado .

Estão sendo cumpridos nesta quarta-feira seis mandados de prisão, 29 conduções coercitivas (quando a pessoa é conduzida para ser ouvida na mesma data) e 53 ordens de busca e apreensão em empresas e residências, expedidos pelo Juízo da 1ª Vara Criminal de Guarapuava.

O cumprimento das medidas acontece em Guarapuava, Foz do Iguaçu, Maringá, Ponta Grossa e Curitiba, no Paraná, bem como em cidades de Santa Catarina e São Paulo e também no Distrito Federal, com apoio do Gaeco desses locais.

As investigações, iniciadas em 2013, indicam que integrantes de empresa de engenharia especializada em transporte coletivo, advogados e representantes de empresas de ônibus formam o grupo criminoso, que utiliza “laranjas” e formações societárias complexas para ocultar a existência do grupo econômico.

De acordo com o Gaeco, indícios apontam que a organização criminosa age pelo menos desde 2009, cooptando agentes públicos para a prática dos crimes. Com a participação dessas pessoas, o grupo obtém meios de remunerar ilicitamente, com dinheiro público, a organização das fraudes concorrenciais, contratando componentes do grupo criminoso para prestar assessorias simuladas ou substituir comissões de licitação.

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