A pesquisa do Datafolha traz um dado que vai apimentar a disputa interna no PSDB: os paulistanos preferem o governador Geraldo Alckmin como o candidato à Presidência pelo partido em 2018. Para 45%, ele é o melhor nome, enquanto 31% apontam o prefeito João Doria como o preferido. Descartam ambos 20% dos ouvidos. As informações são de Igor Gielow na Folha de S. Paulo.

Doria foi tirado da cartola por Alckmin para a disputa em 2016, derrotando o então tucano Andrea Matarazzo nas prévias do partido. Desde que assumiu e ganhou projeção nacional, o prefeito começou a ensaiar um voo solo animado por pesquisas que o colocavam em pé de igualdade com Alckmin numericamente, e com potencial de crescimento baseado no desconhecimento de seu nome.

Assim, o prefeito encampou o discurso de que o PSDB deveria usar pesquisas eleitorais para definir o melhor nome para a disputa. Há três meses, começou uma série de viagens nacionais para se expor mais, o que embutia o risco natural de perder popularidade em casa.

Até aqui, só o ônus foi provado. Além do tombo na aprovação, não se descolou de Alckmin na disputa nacional –ambos somaram 8% em simulações feitas pelo Datafolha na semana retrasada.

A avaliação dos dois tucanos, aliás, se igualou no levantamento feito agora na capital. O governador subiu de 27% para 31% de ótimo/bom, enquanto o prefeito caiu para 32%. Reprovam Alckmin 28%, e 40% veem sua gestão como regular –Doria marca 26% e 40%, respectivamente.

Essa igualdade é registrada também na nota média dada pelos entrevistados aos tucanos. Ambos cravam 5,4 no gosto do paulistano, embora Alckmin suba e Doria desça em relação à pesquisa do Datafolha de junho.

ACERTOS

Segundo a pesquisa Datafolha de agora, o maior acerto da gestão Doria está na área de limpeza e coleta de lixo –alvo de sua ação Cidade Linda, de zeladoria em pontos visíveis da cidade. Para 11% dos ouvidos, o governo vai bem na área, contra 15% que achavam isso em abril.

As doações empresariais à cidade continuam sendo malvistas pelos moradores. Para 46% dos paulistanos, elas não são transparentes (eram 45% em junho). Já 9% as veem como transparentes.

O centro, alvo da ação contra a cracolândia encabeçada pela prefeitura e governo do Estado, é a região da cidade em que o prefeito recebe as melhores avaliações.

A pesquisa Datafolha ocorre também no momento em que o prefeito consegue avançar na Câmara os principais pontos de seu programa de concessões e privatizações.

Já foram aprovados e no aguardo da publicação dos editais as concessões, por exemplo, de terminais de ônibus, Bilhete Único, parques e o Mercadão, por exemplo.

As privatizações de Anhembi e Interlagos ainda precisam passar pela avaliação dos vereadores.

O Palácio do Planalto e líderes aliados trabalham agora para obter o maior placar possível contra a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) contra o presidente Michel Temer, na votação do próximo dia 2 de agosto, no plenário da Câmara dos Deputados. Segundo interlocutores, o “tamanho da base” na votação é que definirá a continuidade das votações da agenda econômica no Congresso, notadamente o tamanho de uma reforma da Previdência. As informações são de Cristiane Jungblut n’O Globo.A avaliação entre os aliados e na oposição é que Temer deve vencer a etapa da votação, porque seus opositores não têm os 342 votos necessários para aprovar a denúncia e a consequente autorização para processar Temer em ação penal. Segundo os levantamentos internos, a base hoje já teria ao menos 257 dos votos da Casa – maioria dos 513 deputados -, um patamar simbólico a ser atingido.

aliados

A partir deste número, segundo aliados, “é lucro”. O ideal é ter mais de 280 votos. Os aliados usarão a votação para testar a força de Temer, diante de todo o desgaste político e econômico que enfrenta.

No encontro realizado em São Paulo, a cúpula do PSDB e do DEM avaliaram a situação e também concordaram que o número de votos ditará o tamanho da base para aprovar ou não reformas. O líder do DEM na Câmara, deputado Efraim Filho (PB ), disse que o governo tem como rejeitar a denúncia e que a própria oposição admite que não há votos suficientes. São necessários 2/3 dos 513 deputados, ou 342 votos, para o processo seguir. Temer precisaria de apenas 172 para barrá-lo.

QUORUM GARANTIDO

O rito estipulado pelo presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), ajuda a forçar a oposição a registrar presença. Isso porque os debates sobre a denúncia começarão com apenas 52 deputados em plenário.

– Acredito que a pior resposta que o Congresso pode dar é a omissão, a inércia, é não votar e deixar o Brasil sangrando. Acredito que terá quorum sim no dia 2 e que haverá uma base sólida para derrubar a denúncia. O desafio será o da governabilidade a partir deste passo, a margem de maioria que haverá para o governo a partir do dia 2. A oposição também admite que não tem os votos, ou seja, deve comparecer. A pior resposta neste momento é a inércia e a omissão – disse Efraim.

Mas o líder admite que o governo tomou um “remédio amargo”ao aumentar impostos para conter a crise fiscal.

– É um remédio amargo e é claro que a sociedade não apoia um aumento de impostos, mas numa situação de desequilíbrio fiscal ao qual o Brasil se encontra não sobrou outra alternativa. É preciso sim vir seguido de corte de gastos e pensar em equilibrar a situação fiscal, porque a solução para o Brasil não pode ser o aumento de impostos – completou.

Os votos estão sendo contabilizados pelo vice-líder do governo na Câmara, deputado Beto Mansur (PRB-SP), que avalia uma margem de 267 votos. Ele repassou a Temer uma lista de 80 deputados indecisos para que o presidente entrasse em contato, por telefone.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) deve apresentar nos próximos dias as alegações finais contra a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) na ação penal da Lava Jato em que ela é acusada de receber dinheiro da Petrobras para a campanha ao Senado em 2010. As informações são de Bárbara Lobato na Gazeta do Povo.

O prazo para manifestação da PGR ocorre após o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), conceder prazo para que a equipe da procuradora-geral Raquel Dodge finalize os argumentos contra a senadora. Tão logo isso aconteça, o ministro já terá elementos suficientes para pautar o julgamento no caso.

Dodge já havia manifestado a Fachin que a ação penal fosse finalizada, solicitando “celeridade” no processo, e que não fossem realizadas novas diligências. No processo, a senadora e presidente nacional do PT é apontada como beneficiária de R$ 1 milhão de caixa 2 oriundos de contratos na Petrobras para abastecer a sua campanha eleitoral.

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A celeridade manifestada por Dodge, no entanto, não foi atendida pela defesa do ex-ministro e marido da senadora, Paulo Bernardo, que também é réu na mesma ação. Os advogados dele chegaram a solicitar mais prazo antes que a PGR de fato se manifestasse nas alegações finais, mas tal pedido foi negado pelo ministro do Supremo. “(…) Por tais razões, indefiro a diligência pretendida pela defesa técnica de Paulo Bernardo Silva, bem como a pretensão de concessão de prazo em dobro para o oferecimento das alegações finais”, apontou recente decisão do ministro Fachin.

Não há expectativa de que os procuradores peçam mais prazo para apresentar as alegações finais do caso. A equipe da procuradora Raquel Dodge acredita que não há nada mais a se acrescentar na presente investigação.

Gleisi, Paulo Bernardo e o empresário Ernesto Kugler Rodrigues são acusados dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Os procuradores dizem que o dinheiro de caixa 2 destinado à campanha da senadora em 2010 foi pago pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa.

Este pode ser o primeiro caso a ser julgado na Suprema Corte no âmbito da Lava Jato. Dados da PGR apontam que há, só no STF, em relação a casos de corrupção que atingiram a Petrobras, cerca de 180 inquéritos em curso. O grupo de trabalho da Lava Jato na PGR conta, atualmente, com a coordenação do procurador José Alfredo de Paula Silva e atuação de mais de dez procuradores.

O locutor de rodeio Marco Brasil esteve em Goioerê na quarta-feira, 1º, quando almoçou com amigos e se apresentou como pré-candidato a deputado federal. O almoço foi organizado pelo secretário de Cultura de Goioerê, Ricardo Martins, na Associação Cerac. 

                            

Marco Brasil falou que recebeu diversos convites de partidos políticos para se lançar como candidato a deputado federal, mas ainda não definiu por qual partido irá disputar a eleição.  O locutor diz que vem de uma nova safra de pessoas que estão se propondo a disputarem uma cadeira na Câmara Federal e disse que o Brasil precisa da renovação da classe política.

                            

Marco Brasil destacou que Goioerê é uma cidade diferenciada para ele, que considera como seu berço, onde tem feito apresentações desde o início de sua carreira e por isso tem muitos amigos em Goioerê. Além de Ricardo Martins e um grande número de amigos, o almoço com Marco Brasil contou também com a presença do vice-prefeito Ernani Leite, que enalteceu a história do locutor.

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A Assembleia Legislativa começou a discutir, ontem, o novo pacote de ajuste fiscal pelo qual o governo Beto Richa (PSDB) pretende economizar R$ 100 milhões ao ano. As medidas incluem o congelamento das gratificações dos servidores públicos estaduais por tempo indeterminado, e a suspensão de concursos para a contratação de policiais militares por três anos.

 

O pacote prevê, ainda, estímulos para a volta ao trabalho de PMs aposentados, e o pagamento de diárias para os que policiais que quiserem trabalhar em horários de folga. O governo pediu regime de urgência para a tramitação dos projetos.

O senador Alvaro Dias vai lançar no dia 1º de julho sua pré-candidatura a presidente da República pelo Podemos (ex-PTN).

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Ontem, o senador visitou o presidente do Grupo Bandeirantes, João Carlos Saad, em São Paulo, e anunciou a intenção de se candidatar ao Planalto. Alvaro Dias esteve acompanhado do empresário e suplente Joel Malucelli, presidente da Rede Band e jornal Metro Curitiba e Maringá.

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