O governador Beto Richa participou nesta segunda-feira (27), em Curitiba, da posse da nova diretoria da Associação Comercial do Paraná (ACP) para a gestão 2017-2019. O empresário Gláucio Geara, que integra a diretoria da entidade há 30 anos, assumiu a presidência, em substituição a Antônio Espolador.

 

O governador Beto Richa participou, nesta segunda-feira (27), da posse do novo presidente da Associação Comercial do Paraná (ACP), Gláucio Geara. A solenidade, que contou com diversas autoridades, aconteceu no Teatro Positivo, em Curitiba. Curitiba, 27/03/2017. Foto: Orlando Kissner/ANPr

Na solenidade, Richa enalteceu o trabalho de Geara e da Associação, que sempre foi parceria do Estado. “Sei que a ACP fica em boas mãos, pois o Geara é uma pessoa experiente e que conheço faz tempo”, disse. “E a ACP é uma entidade secular muito representativa para o setor produtivo. Sempre tivemos uma parceria extraordinária, principalmente quando fui prefeito de Curitiba. Fomos parceiros em grandes obras, como no Centro Vivo, por exemplo”, acrescentou Richa.

O governador também destacou os avanços do Paraná. “Nos últimos anos, o Estado obteve importantes avanços institucionais na busca por maior segurança jurídica e mais respeito aos contratos firmados”, disse. “Abrimos o diálogo com a iniciativa privada, perseveramos na desburocratização dos mecanismos comerciais que emperram até a mera abertura de uma empresa e ampliamos os investimentos na melhoria e modernização da malha viária estadual e do Porto de Paranaguá,” completou Richa.

À frente da entidade representativa do setor produtivo, Geara disse que em sua gestão o maior desafio será lidar com a instabilidade econômica e política. “Vamos cobrar dos órgãos governamentais uma melhora da economia, que é afetada, muitas vezes, por problemas políticos”, disse.

Gláucio citou o bom exemplo do Paraná para lidar com a crise.

“O Governo Estadual tem sido muito generoso. O que nós vimos foi uma atração de investimos para o Estado, anunciados no programa Paraná Competitivo, que faz com que novas indústrias venham para cá. E o que precisamos agora é a retomada dos empregos”, ressaltou.

DESEMPENHO – Esse programa de industrialização e as medidas de ajuste fiscal fizeram com que no Paraná os efeitos da crise econômica fossem menos contundentes. “Tanto é verdade que o PIB paranaense teve variação negativa menor que a do PIB brasileiro”, disse o governador.

O ajuste fiscal incluiu redução de despesas públicas, que reverteu para superávit uma situação de déficit fiscal que poderia ser desastrosa, caso o governo não se antecipasse nos cortes. A dívida consolidada do Estado, que em 2010 correspondia a 90,8% da receita corrente líquida de um ano, está hoje em 38,8%.

Esta condição, lembrou o governador, aumentou a capacidade de pagamento do Estado e contribuiu para que a agência Fitch elevasse o rating do Paraná, que agora está a apenas um grau da nota máxima de avaliação desta instituição de classificação de risco.

Outro indicador favorável é o saldo positivo de empregos, por dois meses seguidos (janeiro e fevereiro), segundo levantamento do Ministério do Trabalho.

RETOMADA – De acordo com o Richa, embora não muito favoráveis em outros estados, os números do Ministério do Trabalho demonstram que o pior da crise já passou.

“A recuperação será muito mais lenta do que gostaríamos, mas não há como retomar um ritmo forte depois do terremoto que destruiu milhões de empregos, fechou 100 mil lojas e milhares de empresas”, disse ele. “Além disso, para retomar o crescimento de forma sustentável é essencial que o País persista na aprovação das reformas que tornem o Brasil mais competitivo, reduzam custos e atraiam novos investimentos. Mas que sejam feitas com equilíbrio para preservar os avanços sociais conquistados até aqui”, completou Richa.

TRADIÇÃO – O empresário Gláucio Geara é o 31º a assumir a presidência da ACP, que completa 127 anos em 2017. De família de imigrantes libaneses, com tradição no comércio curitibano, Geara é formado em Direito, pós-graduado em administração de empresas e hoje atua no ramo de automóveis.

PRESENÇA – Também participaram da solenidade o prefeito de Curitiba, Rafael Greca; o ministro da Saúde, Ricardo Barros; a vice-governadora do Paraná, Cida Borghetti; a secretária da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa; o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Ademar Traiano; o presidente do Tribunal de Justiça do Paraná, Renato Braga Bettega; o juiz federal Sérgio Moro; o presidente do G7 e da Fecomércio, Darci Piana; o presidente da Câmara Municipal de Curitiba, Serginho do Posto; o comandante-geral da Polícia Militar do Paraná, Maurício Tortato; o comandante da Artilharia Divisionária da 5ª Divisão de Exército, o general de Brigada Alessio Oliveira da Silva; o presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), George Teixeira Pinheiro; o diretor do Bradesco, Osmar Sanches Biscuola; e demais autoridades.

Em uma reunião conjunta de trabalho realizada em Brasília nesta quinta-feira, representantes do Ministério Público de dez países e do Brasil decidiram formar equipes conjuntas de investigação sobre os esquemas de corrupção que envolvem a Odebrecht. No encontro, no entanto, os países foram informados que o sigilo dos acordos de delação premiada dos executivos da empresa não permite o compartilhamento do material neste momento.

(Foto: Reprodução) - Força-tarefa internacional para investigar corrupção da Odebrecht

A Procuradoria-Geral da República explicou aos dez países presentes que há uma cláusula de confidencialidade no acordo celebrado com a Odebrecht. Por isso, ainda que parte da delação seja conhecida nas próximas semanas quando forem enviados inquéritos ao Supremo Tribunal Federal (STF), os fatos relacionados a atos de corrupção praticados pela empresa fora do País devem permanecer em sigilo até junho.

A informação sobre o sigilo consta no texto elaborado pelo grupo de procuradores na reunião de hoje, denominado “Declaração de Brasília sobre a cooperação jurídica internacional contra a corrupção”. “Considerando que os acordos de leniência e os acordos de colaboração premiada estão sujeitos a dever de confidencialidade, conforme a legislação brasileira e cláusulas contratuais ali incluídas”, diz o texto, que informa que o sigilo tem vigência por seis meses a contar de 1º de dezembro de 2016, quando os acordos foram assinados. Isso indica que o dever de manter o segredo de justiça esbarra em pedidos de cooperação já feitos pelos demais países ao Brasil.

Os países concordaram com um pedido feito pela empresa para “escutar posição” dos advogados da empreiteira sobre a “disposição de cooperar”. A Odebrecht negocia acordos de delação em outros países, como o Peru. Se os acordos forem confirmados, o sigilo imposto ao Brasil pode ser derrubado. Assim, Brasil e Peru podem ficar livres para compartilhar as informações.

A intenção do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, é enviar ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedidos de abertura de inquérito, arquivamentos e cisão das investigações da Odebrecht até o início do mês de março. Isso abarca crimes cometidos dentro do Brasil. Com isso, a maior parte do conteúdo da delação deve se tornar pública, mas as revelações sobre atos cometidos fora do País devem se manter em segredo até 1º de junho – período durante o qual a empresa tenta negociar acordos internacionais.

Nesta quinta-feira, Janot, recebeu procuradores-gerais e fiscais da Argentina, Chile, Colômbia, Equador, México, Panamá, Peru, Portugal, República Dominicana e Venezuela em reunião que se estendeu por toda a tarde.

Após a celebração do acordo de delação premiada de executivos da Odebrecht e da divulgação, pelo departamento de Justiça dos Estados Unidos, de informação sobre pagamento de propina pela empreiteira em ao menos 12 países, o Brasil tem recebido diversos pedidos de cooperação jurídica. Por conta disso, os países foram convidados pelo Brasil para participar da reunião conjunta.

Na reunião de hoje, os procuradores dos 11 países concordaram em formar grupos de investigação bilaterais ou multilaterais para avançar nas apurações sobre o caso Odebrecht ou casos de corrupção cometidos por outras empresas no âmbito da Lava Jato. Neste momento, o Brasil pode compartilhar informações com os outros países que foram obtidas antes dos acordos de delação ou que não derivaram das confissões dos delatores – ou ainda passar informações sobre outras empresas investigadas na Lava Jato que ajudarão os demais países a desvendar esquemas de corrupção.

A Odebrecht tem encontrado problemas fora do Brasil desde que informações sobre corrupção fora do País foram divulgadas pelos Estados Unidos. A Venezuela, por exemplo, congelou bens e contas bancárias ligadas à empresa. No texto assinado nesta quinta-feira, os procuradores se comprometeram a “Assumir o compromisso de brindar-se com a mais ampla, célere e eficaz cooperação jurídica internacional no caso Odebrecht e no caso Lava Jato, em geral”. 

 

Os deputados Jair Bolsonaro (RJ) e Delegado Francischini (PR) anunciaram nesta sexta-feira, 24, nas redes sociais a filiação no Patriota (ex-PEN). O registro no patido será oficializado na janela partidária de março de 2018. Bolsonaro será candidato a presidente da República e Francischini à reeleição, além de coordenar a campanha de Bolsonaro na região sul.

A Organização das Nações Unidas (ONU) apontou que o Brasil perde cerca de R$ 200 bilhões com esquemas de corrupção por ano, disse o procurador federal Paulo Roberto Galvão, que faz parte da Operação Lava Jato. "Somente no caso da Petrobras, os desvios de recursos de forma ilegal envolvem entre R$ 30 bilhões e R$ 40 bilhões, o que consta inclusive de um estudo da Polícia Federal", destacou o procurador.

(Foto: Arquivo / Agência Brasil) - Brasil perde R$ 200 bilhões por ano com corrupção, diz MPF

O procurador ressaltou que a Petrobras é "vítima" dos atos de corrupção, que é tese da estatal para defender-se de ações de investidores internacionais, boa parte delas movidas por investidores estrangeiros nos EUA.

O Departamento de Justiça americano investiga os esquemas de corrupção da Petrobras, pois há suspeitas de envolvimento de empresas por vários canais, como contas bancárias, de forma ilegal no país.

"Há um relacionamento muito bom com o Departamento de Justiça americano, os contatos são constantes e frequentes", disse Galvão. "Eles nos apoiam no que eles têm jurisdição e nós os apoiamos onde temos jurisdição", apontou o procurador. " É feito um trabalho coordenado e a gente sempre viu das autoridades americanas muito respeito pelo trabalho que foi feito no Brasil."

O procurador ressaltou que a Lava Jato faz investigações conjuntas com autoridades de 17 países, que inclusive já abriram apurações locais, a exemplo do que ocorre nos EUA.

Paulo Roberto Galvão também lembrou que no âmbito da Lava Jato, a Odebrecht, Braskem e a Rolls Royce já fizeram acordos de leniência. "Mas é possível que outras empresas façam outros acordos, desde que estejam interessadas em realizar." (Ricardo Leopoldo, correspondente - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)

O deputado federal Jair Bolsonaro visitou o Show Rural Coopavel 2018 nesta quarta-feira (7) e respondeu a perguntas da imprensa. Ao lado do parlamentar estava o presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, e o deputado federal Fernando Francischini.

Bolsonaro disse que o produtor rural tem que produzir e o governo não pode interferir na produção. "Estado bom é aquele que não interfere com quem quer produzir", declarou.

Bolsonaro visitou o Show Rural Coopavel 2018 nesta quarta-feira  Foto: Divulgação

Ele disse que a segurança do país é que movimenta a economia. Por isso, caso seja eleito presidente, irá investir na segurança, tanto das áreas urbanas quanto das rurais.

Bolsonaro criticou o MST (Movimento Sem Terra) e disse que "propriedade privada é sagrada, ninguém tem que entrar lá". 

Também defendeu que grande parte da população brasileira precisa possuir porte de arma para se defender, como é o caso dos agricultores.

Em tom de campanha, o pré-candidato disse ainda que irá ser diferente. "Se for para ser igual aos outros candidatos eu nem disputo a eleição".

Com apenas oito segundos de tempo de televisão, afirmou que não irá se coligar com outros partidos para poder ter mais tempo e espaço. "Eu tenho o povo ao meu lado, não preciso da grande mídia".

(Catve)

O Brasil pode chegar a um número recorde de 89 partidos políticos nas eleições de 2018. É que atualmente aguardam aprovação do registro pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nada menos do que 55 novas legendas, que se somariam à 35 já existentes, fazendo explodir de vez a pulverização de siglas que povoam a política do País. E se tiverem o registro aprovado, todos podem ter acesso em breve a dinheiro do fundo partidário e espaço na propaganda de rádio e televisão.

 

Além da crise de representatividade enfrentada pelos partidos políticos tradicionais provocada pela avalanche de escândalos de corrupção, essa proliferação de siglas pode ser explicada também pela facilidade da criação de novas legendas e do acesso que elas têm a recursos públicos para financiar suas atividades. Para criar um novo partido no Brasil, basta obter a assinatura de 101 fundadores, distribuídos em pelo menos nove estados. Em seguida, deve-se registrar a legenda no TSE.

Esse registro é provisório e se concretiza com o apoio formal da quantidade de eleitores correspondente a 0,5% dos votos dados na última eleição a toda a Câmara dos Deputados, sem os brancos e os nulos. São necessários em torno de 430 mil eleitores para o registro. Cumpridas essas formalidades, o partido pode participar de eleições, receber dinheiro do fundo partidário e ocupar o horário político no rádio e na TV.


O fundo partidário é composto por verbas do Orçamento da União, e doações e recursos da arrecadação de multas eleitorais. A distribuição é feita pelo TSE, proporcionalmente à representação parlamentar de cada agremiação. Pela lei, 1% do total do fundo é dividido em partes iguais entre todas as legendas com estatutos registrados no TSE. Os outros 99% são distribuídos entre os partidos de acordo com o número de votos recebidos nas eleições para a Câmara dos Deputados.


Para 2016, o Orçamento federal reservou R$ 819 milhões para o fundo partidário, valor recorde. E com a proibição das doações de empresas para campanha, já existe uma proposta no Congresso para a criação de um fundo eleitoral de R$ 3,4 bilhões.
Isso explica, por exemplo, porque o número de partidos atingiu o recorde de 35 legendas nas eleições municipais deste ano, o maior número desde 1996. Entre 1996 e 2016, o número de partidos aumentou 45,8%, segundo a Justiça Eleitoral. Em 1996, quando a série histórica começou a ser catalogada, 24 partidos participaram das eleições municipais. Desde então, o número de legendas oscilou até chegar a 30 em 2010.


Por conta disso, o Brasil tem hoje o maior número de partidos com representação na Câmara Federal em um conjunto de 110 países monitorados, segundo levantamento publicado neste ano pela Universidade de Gotemburgo, na Suécia. São 27 legendas atualmente presentes na Casa. Isso faz da Câmara o parlamento com a maior fragmentação partidária do mundo.
Essa mesma situação se reflete no resultado das eleições deste ano. A partir de fevereiro de 2017, a Câmara Municipal de Curitiba passará a ter o número recorde de 19 partidos, três a mais do que a atual legislatura, e o equivalente a dois vereadores por sigla.


Novos — Entre os novos partidos em formação, há desde legendas com plataformas genéricas como o Igualdade (IDE), Patriotas (Patri), Renovar (RNV), Força Brasil (FB), Partido Brasileiro (PB), até pautas corporativas como o Partido dos Servidores Públicos e dos Trabalhadores da Iniciativa Privada do Brasil (PSPB), Partido Militar Brasileiro (PMBR), ou iniciativas de cunho bastante específico, como o Partido Político Animais (ANIMAIS) e Partido Nacional Corinthiano (PNC).

SOPA DE LETRINHAS

 

Partidos que aguardam aprovação de registro no TSE

PDC - Partido Democrata Cristao
IDE - Igualdade
PRC - Partido Republicano Cristão
PCS - Partido Carismático Social
UDC DO B - União da Democracia Cristã do Brasil
PB - Partido Brasileiro
MANANCIAL Partido Manancial Nacional
PHN - Partido Humanitário Nacional
PSPC - Partido da Segurança Pública e Cidadania
MB - Partido Muda Brasil
PNTB - Partido Nacional Trabalhista Brasileiro
PISC - Partido da Integração Social e Cidadania
PMP - Partido da Mobilização Popular
PSN - Partido da Solidariedade Nacional
PATRI - Patriotas
RNV - Renovar
PCD - Partido Consciência Democrática
PE – Partido do Esporte
FB - Força Brasil
PRUAB - Partido da Reforma Urbana e Agrária do Brasil
PNS - Partido Nacional Da Saúde
PPLE - Partido Popular de Liberdade de Expressão Afro-Brasileira
RDP - Real Democracia Parlamentar
PSPB - Partido dos Servidores Públicos e dos Trabalhadores da Iniciativa Privada do Brasil
PLC - Partido Liberal Cristão
PAT - Partido Alternativo do Trabalhador
PAIS - Partido Pela Acessibilidade e Inclusão Social
INOVABRASIL - Partido do Pequeno e Micro Empresário Brasileiro
PNC - Partido Nacional Corinthiano
PMBR - Partido Militar Brasileiro
PSPP - Partido do Servidor Público e Privado
UDN - União Democrática Nacional
ARENA - Aliança Renovadora Nacional
UDN - União Para a Defesa Nacional
PCI - Partido da Cidadania
PDECO - Partido dos Defensores da Ecologia
PRD - Partido Reformista Democrático
PED - Partido da Evolução Democrática
PRONA - Partido da Reedificação da Ordem Nacional
PACO - Partido Conservador
PHD - Partido Humanista Democrático
PGT DO B - Partido Geral dos Trabalhadores do Brasil
MCC - Movimento Cidadão Comum
PIRATAS - Partido Pirata do Brasil
ANIMAIS - Partido Político Animais
UP - Unidade Popular
PPC - Partido Progressista Cristão
PEC - Partido Ecológico Cristão
PST - Partido Social Trabalhista
PRCB - Partido Republicano Cristão Brasileiro
RAIZ - Movimento Cidadanista
PNI - Partido Nacional Indígena
PDS - Partido da Defesa Social
PODE - Partido de Organização Democrática dos Estudantes

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