No último sábado, 29, em Medianeira, o secretário de Desenvolvimento Urbano do Paraná, Ratinho Júnior, disse que o Brasil precisa de novas lideranças.

Ratinho Junior no encontro do PSD

“É fundamental para o fortalecimento do nosso grupo no Paraná e no Brasil, formado por quadros qualificados e que representam a nova política”, disse. Ratinho Junior participou do encontro regional do PSD no oeste com a presença de 350 pessoas e as principais lideranças do partido no estado e no país.

O ministro das Cidades, Bruno Araújo, pediu nesta segunda-feira, 13, demissão do cargo. Em carta enviada ao presidente Michel Temer pedindo sua exoneração, o ex-ministro agradece "o apoio de toda nossa competente equipe nessas realizações" e a confiança do seu partido, o PSDB.

Bruno Araújo pede demissão do cargo de ministro das Cidades

Araújo era um dos quatro ministros tucanos com pastas no governo. Partidos do Centrão vinham pressionando Temer por uma reforma ministerial que excluísse os tucanos do alto escalão. Pelo seu gordo orçamento, o Ministério das Cidades era um dos principais objetivos da base aliada. Os tucanos têm mais três pastas, Relações Exteriores, Secretaria de Governo e de Direitos Humanos.

O presidente da República, Michel Temer, decretou uma ação de garantia de lei e da ordem em Brasília, declarou o ministro da Defesa, Raul Jungmann. Tropas federais já se encontram no Palácio do Planalto e no Palácio Itamaraty, disse o ministro. "O senhor presidente da República decretou, por solicitação do presidente da Câmara, uma ação de garantia da lei e da ordem."

 

A declaração foi dada no Palácio do Planalto, sede da Presidência, logo após todos os prédios da Esplanada dos Ministérios serem evacuados após as pastas da Agricultura e da Fazenda sofrerem incêndios.

Segundo Jungmann, os protestos viraram "baderna". "O senhor presidente da República faz questão de ressaltar que é inaceitável baderna, inaceitável o descontrole e que ele não permitirá que atos como esse venham a turbar o processo que se desenvolve de forma democrática e com respeito às instituições", afirmou Jungmann no pronunciamento.

"Atendendo à solicitação do senhor presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, mas também levando em conta fundamentalmente uma manifestação que estava prevista como pacífica. Ela degringolou à violência, vandalismo, desrespeito, agressão ao patrimônio público e na ameaça às pessoas, muitas delas servidores que se encontram aterrorizados", disse Jungmann.

 

Minutos depois, no plenário da Câmara, Rodrigo Maia disse que a decisão é do governo.

A Garantia de Lei e da Ordem, conhecida como GLO, é regulada pela Constituição Federal, em seu artigo 142, pela Lei Complementar 97, de 1999, e pelo Decreto 3897, de 2001. As operações de GLO concedem provisoriamente aos militares a faculdade de atuar com poder de polícia até o restabelecimento da normalidade.

Segundo o site do Ministério da Defesa, um exemplo de uso das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem foi o emprego de tropas em operações de pacificação do governo estadual em diferentes comunidades do Rio de Janeiro.

A medida valerá a partir desta quarta-feira até 31 de maio somente para o Distrito Federal. O decreto já foi assinado por Temer e publicado em edição extra do Diário Oficial.

A área de atuação das tropas federais será de responsabilidade do Ministério da Defesa, segundo o texto.

Os protestos desta quarta-feira são mais um capítulo da maior crise que atinge, até agora, o governo do presidente Temer. Desde a semana passada, quando reportagens foram publicadas com áudios entre o presidente e o empresário Joesley Batista, da JBS, Temer tem sido alvo de protestos e pedidos de renúncia. Ontem, a Secretaria-Geral da Mesa Diretora registrou o 12º pedido de impeachment contra o peemedebista. Amanhã, a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) deve protocolar mais um. Também foi aberto um inquérito no STF (Supremo Tribunal Federal) para apurar se Temer cometeu os crimes de corrupção passiva, organização criminosa e obstrução à Justiça.

 

Desde o início da crise desencadeada pela delação de executivos da JBS, o presidente da República tem se encontrado quase que diariamente com o ministro da Defesa. Os encontros costumam acontecer no Planalto junto ao ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), Sérgio Etchegoyen, e até com os comandantes das Forças Armadas.

Na quinta-feira (18), por exemplo, primeiro dia após a revelação de parte do conteúdo da delação da JBS, Temer convocou os ministros e os comandantes para discutir possíveis manifestações e a legalidade da gravação da conversa do presidente com o empresário Joesley Batista.

 

Mais cedo, antes da reunião com Jungmann e Etchegoyen nesta quarta, Temer se reuniu com 17 senadores do PMDB, além dos ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo). O encontro durou mais de quatro horas.

No início do protesto, os responsáveis pela segurança na Esplanada eram a Polícia Militar do Distrito Federal e a Força Nacional. Porém, devido à violência dos manifestantes, segundo assessores do governo, foi necessário convocar as Forças Armadas. Por enquanto, serão empregados homens do Exército e da Marinha. Números do contingente ainda não foram divulgados.

Protesto provoca evacuação da Esplanada

Todos os prédios da Esplanada dos Ministérios foram evacuados na tarde desta quarta-feira. Os funcionários dos ministérios foram retirados dos prédios pelas saídas dos fundos. Para evitar que manifestantes se aproximem do Congresso Nacional, a Polícia Militar do DF fez uso de bombas de gás lacrimogêneo.

Um manifestante foi ferido gravemente e perdeu parte da mão, segundo apurou reportagem do UOL. Outro manifestante foi ferido a bala. A confusão começou quando os manifestantes tentaram furar uma barreira feita pela polícia para se aproximar do Congresso. A todo momento, grupos de policiais tentam dispersar manifestantes, que estão espalhados pela Esplanada dos Ministérios. Vários atiram pedaços de pau e pedras em direção aos policiais, enquanto os trios elétricos das centrais sindicais estão praticamente no meio do fogo cruzado.

A Marcha das Centrais Sindicais, como está sendo chamado o ato, protesta contra as reformas propostas pelo governo federal e pede a renúncia do presidente Michel Temer. Os manifestantes se reuniram pela manhã em frente ao estádio Mané Garrincha e depois seguiram em caminhada até o Congresso passando pela Esplanada dos Ministérios.

Mais cedo, um grupo pequeno de pessoas com rostos cobertos provocam os policiais, jogando garrafas de água e pedaços de madeira contra os agentes e tentando furar a barreira colocada na avenida das Bandeiras, em frente ao Congresso.

Em reação, policiais militares a cavalo lançaram bombas e atiraram balas de borracha em direção aos manifestantes no gramado da Esplanada. Forças de segurança fizeram outras barreiras nas pistas da Esplanada, também lançando bombas de gás contra manifestantes.

Mais cedo, a estimativa da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal era que cerca de 35 mil pessoas participavam da marcha. Brasília recebeu 500 ônibus com caravanas de outros Estados que vieram à capital para o protesto.

Durante a marcha, líderes sindicais anunciaram no carro de som que nenhum mascarado ia entrar no movimento. "Estamos de olho", anunciaram e pediam que quem estiver com o rosto coberto que tirasse a máscara.

Parlamentares de partidos da oposição se juntaram à marcha por volta de 13h e subiram em um dos carros de som que cruzava a Esplanada dos Ministérios, mas disseram que só iam discursar quando estiverem na frente do Congresso Nacional.

Entre eles, estão os senadores Lindbergh Farias (RJ), Paulo Rocha (PA) e Gleisi Hoffman (PR), todos do PT, e a deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ).

Delação premiada de representante de estaleiro fornecedor da Petrobras reforça as acusações de que campanha da reeleição foi financiada por dinheiro sujo

Empenhada em continuar a cruzada da denúncia de um “golpe” contra seu mandato, a presidente afastada Dilma Rousseff passa a ser atacada em outro flanco, o das traficâncias financeiras em torno da campanha de 2014 à reeleição, com a decisão do engenheiro Zwi Skornicki de fazer delação premiada à Operação Lava-Jato.

Neste campo da irrigação da campanha por dinheiro ilegal, drenado pelo esquema de corrupção lulopetista que tomou conta da Petrobras, já existe processo em tramitação no Tribunal Superior Eleitoral, aberto a pedido do PSDB. Ele trata da chapa PT-PMDB, e portanto atinge o vice Michel Temer, presidente interino, que tenta separar-se de Dilma neste processo. A ver.

 

Evidências e provas de que a presidente Dilma se reelegeu com a ajuda de dinheiro tóxico há várias, colhidas na Lava-Jato.

Existem depoimentos, acompanhados de planilhas, sobre o esperto uso do mecanismo da doação legal a candidatos, para lavar dinheiro roubado da Petrobras, por meio do superfaturamento de contratos com empreiteiros amigos. O PT costuma dar a resposta-padrão de que “todas as doações são legais….”

Mas o andamento da Lava-Jato e a evolução dos fatos não são favoráveis a Dilma e partido. Entre os diálogos gravados pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado com altas figuras do PMDB, por exemplo, há um em que o ex-presidente José Sarney revela que a própria Dilma acertou com Marcelo Odebrecht uma contribuição para a campanha.

Lembre-se que o casal de marqueteiros de Dilma, João Santana e Mônica Moura, presos em Curitiba, já relatou ter recebido no exterior US$ 7,5 milhões, não declarados, da Odebrecht. Por essas e outras, Sarney, nas fitas de Machado, diz entender que as delações premiadas de executivo da empreiteira e de Marcelo Odebrecht, se vierem mesmo a ser feitas, atingirão Dilma em cheio.

 

Agora, para as agruras da presidente afastada, Zwi Skornicki, representante no Brasil do estaleiro Keppel Fels, contou na Lava-Jato que o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, também inquilino de uma cela em Curitiba, lhe pediu US$ 4,5 milhões, sem registro, para a campanha de 2014.

 

Pedido aceito — claro que pesaram como “argumento” contratos do estaleiro com a Petrobras —, o dinheiro foi depositado em conta do marqueteiro João Santana, na Suíça, disse Zwi. Repetiu-se, então, o padrão da operação de caixa dois feita pelo casal Santana com a Odebrecht.

 

Não deve mesmo ser sem motivos que José Sarney, no grampo feito por Machado, comparou os estragos que virão com as delações do grupo da Odebrecht ao causado por uma “metralhadora de calibre 100”.

PT e a presidente afastada costumam dar a mesma resposta a essas denúncias. Mas o assunto tem crescido de forma ameaçadora para ambos.

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Mesmo em um cenário econômico nacional instável, o BRDE ampliou sua ação no Paraná em 686 novas operações de crédito entre janeiro e maio deste ano, totalizando R$ 400 milhões em investimentos nas áreas de agronegócio, indústria, serviços, comércio e inovação. A maior parte dos financiamentos destinada ao agronegócio teve operações no valor de R$ 178,8 milhões, seguido pelo de infraestrutura, com R$ 111,6 milhões. Além dessas operações, a agência do banco no Paraná analisa outros 369 de financiamento, num total de R$ 1 bilhão.

“Esperamos fechar o primeiro semestre de 2016 com a contratação de pelo menos R$ 600 milhões em recursos para empreendimentos”, disse Orlando Pessuti, diretor administrativo do BRDE. Até o final do ano, a previsão é disponibilizar R$ 1,28 bilhão a projetos paranaenses, dos quais, R$ 100 milhões serão originados do FGTS e R$ 40 milhões da Finep – vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

O secretário estadual do Desenvolvimento Urbano, Ratinho Junior, reforçou a qualidade do programa Calçadas Paraná, lançado em 2013, em termos de acessibilidade. “Implantado com recursos do governo estadual, o Calçadas Paraná é considerado um dos maiores programas de acessibilidade do Brasil”, disse.Ratinho destacou que o programa faz a adequação das ruas para melhorar o acesso de pedestres e pessoas com algum tipo de deficiência física. “Pelo programa, as ruas recebem calçadas nas duas laterais, meio-fio, iluminação, sinalização, lixeiras, quadras completas, rampas de acesso e urbanização adequada a cada local”.

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Na primeira etapa, o programa contemplou 31 municípios pequenos, que receberam R$ 300 mil para construir 120,9 mil metros quadrados de calçadas e fazer urbanização.

“São obras em todo o Estado que geram qualidade de vida para a população e trazem segurança aos moradores dos bairros nas cidades. Via urbana não é só para carros, mas para pedestres também, por isso deve ser bem planejada”, destacou Ratinho Junior.

 

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